17 maio 2013

||| DERRUBAR O GOVERNO PARA NOVA GOVERNAÇÃO


Quando Jorge Sampaio derrubou o governo de Santana Lopes, invocou que estava em perigo a democracia. Nunca se percebeu bem porquê, pois liderava um governo legítimo, eleito pelos portugueses e com toda a justificação constitucional. Na verdade, goste-se ou não se goste de Santana Lopes, não havia ponta de inconstitucionalidade no seu governo.
O Presidente da República não pensou assim e não agiu como tal, antes ditadorialmente: dissolveu o Parlamento, convocou eleições e o resultado deu no que deu, numa maioria absoluta para o PS e José Sócrates.
A esquerda, pelos vistos, quer repetir a história e, diante de um governo legitimamente eleito e com suporte parlamentar, o PS, quiçá recordando-se do paio que Sampaio lhe pôs na sandes, proclama a crise no regime e o perigo em que incorre a democracia, para pedir eleições antecipadas - coisa para que o actual PR não parece muito inclinado. Sem pudor e sem vergonhosa, a esquerda quer voltar ao poder através de mais um golpe palaciano, aposta tudo na desgraça do adversário para alcançar o poder de mão beijada. E, convém dizer, o Contra está longe de defender este governo que a democracia nos deu.
 A esquerda - o PS e os camaradas do PCP e do Bloco - gostam de apregoar a democracia e os socialistas até se fazem seus padroeiros. Ora, como se vê, a democracia é que tem sido padroeira da esquerda, protegida pela Constituição que invoca conforme melhor lhe dá jeito. São todos uns democratas do catano.


13 maio 2013

||| A PRAGA DOS SALÁRIOS EM ATRASO




A gente lê e nem acredita:  O inspector-geral do Trabalho  defende - e muito bem - a criminalização dos salários em atraso. E sabem o que diz o patrão da  Confederação do Comércio Português? Que não pode ser, porque isso "só serviria para acelerar o encerramento de empresas".
Isto é, o tal patrão acha que as empresas podem continuar a trabalhar sem pagar ordenados.
O Contra não entende bem (ou entende?), mas, afinal,... o que faz  aberta uma empresa que não paga os salários aos seus trabalhadores? 
Pode sobreviver?
E paga aos fornecedores?
E os impostos? 
Estes, pagará, pois não pagar impostos já é crime. Não é crime é não pagar aos trabalhadores. 
O trabalhador aguenta-se bem, não tem que pôr pão na mesa para a família e pagar os seus impostos, os estudos dos filhos, as despesas com a saúde e a habitação, essas mixuriquices todas. E muito menos receber a justa paga do seu trabalho.
Ele há cada um..
 

11 maio 2013

||| OS PASSOS DA GOVERNAÇÃO...




A governação é o que é e os portugueses continuam sujeitos a sucessivas rondas de porrada. Primeiro, foram os funcionários públicos, porque, na ideia de Gaspar e Passos, são eles os principais culpados de todos os males. Os políticos não tem culpa nenhuma do que se passa.
Os pensionistas são os novos culpados, porque, supostamente, são outro tanto culpados, nada produzem e nunca descontaram para os cofres do Estado e da Caixa Geral de Aposentações. Por isso, o camarada Gaspar quer financiar o ajustamento à sua custa (à dos funcionários públicos e dos reformados e pensionsistas).
O Estado, esse maldito, tem a faca e o queijo na mão: pode despedir sem pagar subsídio de desemprego e mandar para casa os seus funcionários sem qualquer indemnização, coisa que o mesmo Estado não autoriza, por lei, no sector privado, apesar, de por razão do neo-liberalismo vigente, penaliza a competitividade das empresas. 
É este o estado do Estado e da governação que temos.


09 maio 2013

||| AS ABDICAÇÕES DO SINDICALISTA CARLOS SILVA DA UGT...





A UGT mudou de presidente mas, como diria o ditado, não mudou de moleiro. O sr. Carlos Silva não fala menos que o antecessor (até fala mais) e perde-se no seu próprio  “emaranhado” de versões sobre o que ele próprio diz. Por exemplo, a propósito das declarações de Pedro Passos Coelho, sobre a possibilidade de o governo “abdicar” da nova taxa sobre as pensões.
A palavra “abdicar”, em primeiro lugar, não me parece bem aplicada e, no caso, soa até algo estranha. Na verdade, se um assaltante desistir (ou for impedido) de roubar a carteira a uma velhota indefesa, ou de tal for impedido, poder-se-á concluir que o ladrão abdicou da carteira?
A palavra, na boca de Carlos Silva, parece ainda mais deslocada, já que, como o ele próprio disse, Passos Coelho não está disposto a “abdicar” do roubo das pensões “coisíssima nenhuma” (como diria Vítor Gaspar). Ora. ao dizer isto, feiro papagaio falante, mais não faz Carlos Silva que ter perdido uma ocasião excelente para apresentar uma medida “alternativa”  este estado de coisas. Por exemplo, exigir a demissão deste governo - nunca abdicar dessa  exigência. A palavra abdicar nunca fica bem na boca de um dirigente sindical.

07 maio 2013

||| AS MUTÁVEIS OPINIÕES DOS COMENTADORES POLITICOS



O inefável Marques Mendes proclamou esta noite, na SICN, ser um grande fã de Passos Coelho, o seu 1º. Ministro, do seu partido e de Portugal. Disse tal baboseirada a propósito do que considerou ser  «o enorme sucesso» da emissão de dívida a 10 anos, a 6 e não sei quantos por cento.
O Contra tem ouvido, do mesmo MM, indisfarçáveis críticas a Passos Coelho. Toda a gente ouviu. Agora, surpreendentemente,  não lhe poupa elogios e destaca a sua coragem. Ele e outros comentadores.
Somos um país estranho, de estranhos governantes e estranhos comentadores políticos.
Quando o Governo mete água os pés pelas mãos, são os primeiros a criticar, com opiniões e ataques dos mais ferozes, às vezes até insolentes e mal-educados. Mas, quando surge novas de bons resultados, tal como hoje aconteceu, são lestos a virar o bico ao prego e a esquecer tudo o que criticaram, claramente pondo-se em bicos de pés para ficarem perto da governação.
É desta matéria que é feita a política portuguesa. A governação tem mais militantes que os que supomos.

03 maio 2013

||| A GRÂNDOLA E A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Os trabalhos da Assembleia da República foram ontem momentaneamente interrompidos pela “Grândola”, cantada por aposentados, pensionistas e reformados da APRE, em sinal de protsto. Nenhum português normal, não político, deixará de ser solidário com estes espoliados que, como milhões de portugueses, lutam com dificuldades.
Inusitada foi a inclassificável desfaçatez da Presidente da Assembleia, que teve a distinta lata de criticar os manifestantes dizendo que o seu cantar «não ajuda à democracia o que os senhores estão a fazer».
O Contra, modestamente, pensava que o que não “ajuda a democracia”, entre tantas outras coisas conhecidas, é o facto de a descaradona doutora Assunção Esteves, como «recompensa» por uns escassos anos de trabalho, estar reformada desde os 42 anos de idade, recebendo milhares de euros mensais. Uma reforma tão choruda, que a fez prescindir do ordenado de Presidente da Assembleia da República! 
O Contra acha, senhora presidente da Assembleia da República, que o que não “ajuda a democracia” é que, aposentada desde tão “tenra” idade, não vá ter uma palavra de incómodo, quando presidir à votação do aumento da idade da reforma para os 66 anos para milhares e milhares de portugueses, há momentos anunciada pelo presidente do seu partido, Passos Coelho - por acaso 1º. ministro deste país de roubalheira e falta de vergonha.

01 maio 2013

DIA DO TRABALHADOR, O CARAÇAS...



Hoje foi dia do trabalhador, o 1º. de Maio, e, tanto quanto sabe o Contra, foi a primeira vez que, na história da democracia portuguesa, um primeiro-ministro foi o protagonista principal.

O Contra supunha que qualquer TV que se prezasse daria hoje atenção particular aos movimentos sindicais no 1.º de Maio, «desprezando» o governo que espezinha os trabalhadores, roubando-lhe o pão e o emprego.
Pois não. O que se viu foi o 1º. Ministro presenteiro e dramático, a dar a entender os próximos cortes dos vencimentos e o despedimento de funcionários públicos.
O Contra não é desse tempo, mas pelo que sabe nem Salazar ou Marcelo Caetano se atreveram a tal, nos seus 48 anos de governo e apesar de o regime de dizer corporativista. A encenação dos TSD, uma organização que serve para os militantes do PSD se instalarem na máquina do Estado não passou de mais um passo nesta caminhada de destruição dos trabalhadores em que o governo parece estar empenhado, servindo interesses estrangeiros e não os nossos.

DIA DO TRABALHADOR, O CARAÇAS...





Hoje foi dia do trabalhador, o 1º. de Maio, e, tanto quanto sabe o Contra, foi a primeira vez que, na história da democracia portuguesa, um primeiro-ministro foi o protagonista principal.
O Contra supunha que qualquer TV que se prezasse daria hoje atenção particular aos movimentos sindicais no 1.º de Maio, «desprezando» o governo que espezinha os trabalhadores, roubando-lhe o pão e o emprego.
Pois não. O que se viu foi o 1º. Ministro presenteiro e dramático, a dar a entender os próximos cortes dos vencimentos e o despedimento de funcionários públicos.
O Contra não é desse tempo, mas pelo que sabe nem Salazar ou Marcelo Caetano se atreveram a tal, nos seus 48 anos de governo e apesar de o regime de dizer corporativista. A encenação dos TSD, uma organização que serve para os militantes do PSD se instalarem na máquina do Estado não passou de mais um passo nesta caminhada de destruição dos trabalhadores em que o governo parece estar empenhado, servindo interesses estrangeiros e não os nossos.

29 abril 2013

||| O PRIMEIRO MINISTRO E AS COESÕES QUE TEMOS...


O nosso 1º. ministro está longe, mas mesmo muito longe, de ter a classe que se exigia a um  governante, nestes tempos trágicos que a nação atravessa. Mas não é e não tem. É mesmo bem capaz de ser o pior que o Contra conheceu e nem estou a esquecer o inefável Sócrates e todos os males que trouxe ao nosso mundo.
Passos Coelho será dos piores, dizemos nós, e garantidamente é o que tem mais mais veia humorística. na verdade, só mesmo alguém muito bem humorado, ou manifestamente irresponsável, se lembraria de dizer que este governo «trabalha com grande coesão».
Não sabe o Contra porquê mas lembrou-se de outras coesões e outras governações, como foram as que nos levaram ao descalabro em que estamos.

26 abril 2013

||| AS QUEIXAS DOS MENINOS DO PS QUE QUEREM SER GOVERNADORES


O Contra não entende bem o alarido socialista sobre o discurso de Cavaco Silva, no 25 de Abril. Até parece que foi a primeira vez que, em vez de discursar como Presidente da República, alguém discursou como presidente de um partido. O camarada Mário Soares era especialista em tal coisa, lembram-se? E bem atazanou a cabeça ao 1º. ministro Cavaco, esse mesmo que agora acusam de prática idêntica.
Há bem menos tempo, outro PR socialista não se ficou por menos e demitiu um governo (o de Santana Lopes) que tinha maioria parlamentar, coisa nunca vista em nenhuma parte do mundo e em tempo algum. Foi essa parcialíssima decisão que acabou por levar Sócrates ao governo.
Os socialistas, agora, coitadinhos, queixam-se de Cavaco. Mas Cavaco, ao pé de Soares e Sampaio é um verdadeiro menino de coro.  Queixam-se mas têm memória curta. O que querem é o poder e, para isso, vale tudo.

25 abril 2013

||| AS FRALDAS DA GOVERNAÇÃO...



Basicamente, não temos governação que se cheire. Ou melhor: a governação é o que é. Basicamente. a oposição é chata, não faz nem diz coisa de jeito e quanto a propostas alternativas, viu-se. Fala-se em eleições e metem todos os rabinho entre as pernas e tem de aparecer gente de mais coragem na governação.
É aqui que nasce o incómodo à oposição: se não quer governar, porque anda a mandar bocas?
A governação, como todos sabemos, só sabe arranjar problemas por todo o lado. E continua sôfrega por dinheiro, para não ter de começar a pegar nas coisas pela cernelha, a despedir trabalhadores e a meter contribuintes no tribunal. Sim, porque cobrar em géneros é coisa que não dá coisa, graveto, arame, grana...  
A crise diz que é gravíssima e não parece que a governação tenha pedalada para as enormíssimas responsabilidades que tem para resolver.
Basicamente, a governação tem um filho no colo, um filho que não fez mas a que tem de dar de comer, vestir e calçar, a quem tem de mudar a fralda e levar à escola, ferver o leite e pagar os ténis novos, o telemóvel e o  ipade da última geração.
Basicamente, a governação não sabe como sair da alhada em que está metida, mas quer governar.

22 abril 2013

||| GOVERNAR OU IR À BRUXA!



Já todos ouvimos aquela velha máxima: em política, o que parece, é». Acrescentaria o Contra que parece, sobretudo, quando se deixa que continue a parecer. Outros, acreditam que, em política, o tempo cura e que esquece, mas também se enganam. O que torna tudo ambíguo.
Em política, essa ambiguidade não leva a lado nenhum, pois rapidamente se esgota a paciência, principalmente de quem governa.
Alguma governação, na verdade, pensa que governar é como manejar uma caixa de velocidades, com apenas três mudanças: a de andar para trás, a de parar e a de andar para a frente. Começou por parar, para ver em que modas paravam as ditas, já começaram a andar para trás e esperam, um dia próximo, começar a andar para a frente, correndo, porem, o sério risco de dar cabo dos carretos.
Enquanto isso, e o austero governador aprende a lidar com as papeladas, já se vão conhecendo bagos de arroz perdidos na barca da legislatura e não admira que, de remodelação em remodelação, nunca mais se acabe com a austeridade. Nem santos lhe valerão, para assegurara a fiabilidade governamental. O melhor é ir à bruxa.

19 abril 2013

||| OS POLÍTICOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS POSTOS NA RUA...



Portugal vai no que vai e os portugueses estão como estão. Pouco há a fazer. Não há romance,  novela ou filme que mostre o Portugal verdadeiro. Não há canção, mesmo de intervenção, que o cante como é e faça entender a experiência por que passa. Portugal está nàs mãos da incompetência, da ignorância e da leviandade, que não é de agora e vem de muito de trás. 
O vexame é grande e a pobreza aumenta, sem que alguém a estanque, porque não há políticos desta geração capazes de o fazer. São uma medíocres, que andam a  mamar na teta do Estado e não se cansam de nos enganar.
Mais de 12 000 professores vão para a rua. Seguir-se-ão outros funcionários públicos. Os políticos, esses continuarão a vociferar na Assembleia da República e a perorar sobre a sua inabilidade, sem se renderem à sua impotência. Prestaria um serviço ao país e aos portugueses.

18 abril 2013

||| O INEFÁVEL ÁLVARO DAS MODERNAS ECONOMIAS...





O Contra encontrou, na habitual consulta digital, várias pérolas que ilustram a caída no cadafalso para que caminha este país. Uma delas, dando conta que o «Governo quer “redesenhar” contribuições a pagar pelos beneficiários de subsídios»
subsídios a “redesenhar”, entendamo-nos, não quer dizer outra  coisa que cortar... as cada vez menos regalias dos trabalhadores, nos subsídios de doença e de desemprego e por aí fora. E esta intenção de “redesenhar” é para  piorar, sem dúvidas,  a já tão difícil situação de desempregados e doentes. os mais pobres e os de pior quinhão da sociedade.
Outra pérola é «Álvaro Santos Pereira dizer que Portugal está no “pós-crise” - o que me parece ainda mais caricato. 
O desemprego está nos níveis que se conhecem, os cortes nos deveres sociais do Estado estão cada vez mais generalizados e as falências ultrapassam largamente o número de novas empresas. Sabe-se isto e o inefável ministro da Economia aproveita a inauguração de um empreendimento multimilionário, destinado exclusivamente a multimilionários, para fazer esta insólita declaração. Como é possível, ó Álvaro?

14 abril 2013

||| O QUE DIZ SOARES...



Uma pessoa vai ali e vem e dá-se com espantosas declarações de Mário Soares, relacionando a actual situação política com o regicídio: por muito menos mataram D. Carlos, disse ele, fazendo pontaria para o Governo de Passos Coelho.
Já se sabe que Mário Soares não gosta do PSD e muito menos de um PSD no Governo, com o CDS ou com o seu PS. Mas afirmar isto, meu Deus, se não é tolice é uma evidente manifestação de insurreção, um convite a um assassínio ou, então, uma debilidade debilidade cognitiva. 
A afirmação de Mário Soares é alarmante e surpreendente. Já se esqueceu dos seus tempos de 1º. Ministro e dos FMI´s que para cá trouxe, do que dele se disse como governante e dos sustos que os gorilas segurança não lhe evitaram na rua.
A afirmação de Mário Soares é exemplo do universal catastrofismo que as querelas políticas fomentam, especialmente em tempos de crise. Soares esqueceu-se disso, dos seus tempos de governante e do que bem recentemente disseram do seu camarada e afilhado Sócrates, comparando-o a Hitler.
Com,o diria o rei de Espanha, «porque não te calas?!»

11 abril 2013

|||| ELE HÁ-DE VOLTAR, DEPOIS DE ESTUDAR...



Ao Contra, contaram que o homem foi estudar, tal como o tal outro, quando deixou a governação. Foi estudar e quem fica que se governe. Ele, ele há-de voltar. Entretanto, perdeu o país a governamental figura e muitos de nós deixámos de ter um bo(m)bo p ´rá festa.
O 1º. governador, por isso mesmo e por outras coisas, anda nervoso e mais nervosos e ansiosos todos quantos andam à sua volta. Os técnicos de informática que cirandam ao seu nariz, já andam atarefados para inventar o próximo power-point, para explicar o que, afinal, não é perigo sistémico nenhum, mas antes e apenas uma questão da azia. Tão só.  
O Contra gosta de apreciar a espiral de diversão que se respira na governação e cujos efeitos colaterais abafarão as más vontades que se desenham na frente do nariz de surpresas. Afinal, há ou não há uma espiral recessiva? Que passos deverão ser dados?
O Contra, de sua parte, acha que  enquanto a espiral vai e vem, folgam-se as costas, que é o que mais interessa! 

09 abril 2013

||| ASSIM VAI A GOVERNAÇÃO, DESPEDIR É A SOLUÇÃO...


A governação fechou-se a 7 chaves, prevenindo-se dos aguaceiros e das trovoadas, não vá o diabo tecê-las e o sr. 1º. ministro e os ajudantes serem apanhados sem guarda-chuva e apanharem alguma pneumonia. Numa altura destas, não vinha mesmo nada a calhar.
O nosso 1º. anda a apalpar terreno e a fechar e a abrir portas, cuidando que nenhuma lhe bata no sítio que todos sabem. O 1º. adjunto, com a tutela do desporto, anda a pôr azimutes e não sabe bem que norte tem a bússola, pois só o incomodam com chatices e o poder dele é muito limitado. Os outros ministros, apalpam terreno e escutam o 1º. com o respeito de gente bem educada, enquanto ele tartamudeia e resmunga. É há muitas botas a não baterem com as perdigotas.
A solução é reduzir os encargos e despedir pessoal, começando pelos menos amigos e continuando nos não filiados no partido.
A moção de censura cresce e anafada-se e já se benzem os mais puritanos, por causa do porque é que nos metemos nisso. Vai assim a governação...

07 abril 2013

||| O PAÍS DE PASSOS COELHO E COMPANHIA...




O camarada Passos acaba de dar aos bofes na TV, depois daquela sarilhada em que o Tribunal o meteu - e aos portugueses todos, pois somos nós quem, como sempre, vai paga a factura.

Trréu-teu-té..., blá-blá-blá, o que o nosso 1º. veio dizer é que vamos ter menos Estado nas escolas, na acção social e nos hospitais na saúde. Um destes dias, vai-se querer ir ao médico e não se poder, porque falta o carcanhol e os hospitais e os centros de saúde também não tem lá gente que chegue e, se tiver, tem de ser bem pagas.
O país está teso e falido e isso já todos sabíamos. Mas ainda andamos embalados e anestesiados com os parlapiés dos políticos, esses cães danados que comem tudo e não nos deixam nada.
O que Passos Coelho veio dizer é aquilo que ele sabe há muito, mas que o engana a ele mesmo.
E já viram as oposições? Ui, meus Deus: Mudam a farinha mas não mudam de moleiro. Mudam as moscas.

05 abril 2013

||| O PAÍS ESTÁ F... ALIDO!



O país esteve suspenso dos senhores do Tribunal Constitucional. Os telejornais estiveram suspensos do Tribunal Constitucional. Os noticiários estão quase na hora do fim e nada de se saber coisas do Tribunal Contitucional. Ufff!!!... E ainda vamos ter de ouvir aqueles senhores todos, os comentaristas. Os que sabem tudo e de tudo e que deveriam, eles sim, estar na governação.
A moção de censura já passou mas não chegam as senhoras e os senhores constitucionalistas. Nem o pai chegam nem a gente almoça!!!
As senhoras e os senhores das togas constitucionais, finalmente, aparecem e formam frente às câmaras de televisão, como se fosse uma equipa de futebol. Marcam 4 penáltis e  a governação perde o jogo. Isto é, perdemos nós, os contribuintes, os portugueses que nada têm a ver com a incompetência de quem nos tem governado, mas que têm de  pagar as favas ao dono.
O Passos vai ter de inventar outra forma para nos sacar 1 224 milhões de euros.
Isto é, Portugal está f.... alido!
Estamos frente ao precipício, para dar um passo em frente!

01 abril 2013

||| A MOÇÃO E A GOVERNAÇÃO, A DE LÁ E A DE CÁ...

A moção de censura que a (in)segura rapaziada socialista amanhã vai apresentar, com o intuito de derrubar o governo, mete uma imensa confusão ao Contra. O Contra acha que é um tremendo desrespeito dos políticos para com a realidade e revela uma enorme imaturidade política e pessoal.
O Contra nem entende como os chamados senadores socialistas alinham com desta cowboyada.
O Contra, por uma questão de declaração de interesses, quer desde logo dizer que está profundamente desapontado com este governo e com as suas políticas. E enormemente desiludido com a inabilidade política e falta de coragem reformadora demonstradas.
Mas uma moção de censura, numa altura destas, cheira a irresponsabilidade e oportunismo.
É um pouco como, para com a governação local, começarem já  questioná-la os que não se arrojaram a assumi-la.

28 março 2013

||| A GOVERNAÇÃO E A COBRANÇA DE IMPOSTOS



A governação fez o que aparentemente julgava que lhe competia: propôs um aumento de impostos. Uma boa governação, uma governação que se preze, aumenta impostos. Ponto final! E fá-lo, supostamente, para melhor servir a comunidade. 
Uma governação ao jeito da nossa, não ouve o povo e a sua sabedoria nem não cuida do mais social, apenas impõe a sua vontade. Impõe a sua duvidosa perspicácia. Ou tenta impôr.
Proposto o aumento de impostos, foi a coisa a votos e os senhores senadores acharam melhor que não, que não podia ser, pois os tempos vão maus, o país está na bancarrota, de tanga, e precisa é de uma comissão liquidatária, não de quem saque massa aos concidadãos.
Não quer o Contra dizer que a governação não presta para nada. Presta. Mas começar a governar com o desejo de tributar impostos, convenhamos que não é a melhor maneira de socializar a governação.

26 março 2013

||| ESTES SENHORES QUE QUEREM SER DA GOVERNAÇÃO...



O dia passou-se depressa, numa visita à família e uma rápida passagem por uma loja dos chineses; já em casa, apressa-se o jantar e, enquanto escalda fervedura na panela, dá-se uma saltadela ao google. E o que é que se lê, o que é? Que «Seguro escreve à troica a explicar porque pretende derrubar o governo». Sem tirar, nem pôr, como se pode ler.
Diz o bom pachá do camarada Seguro que os srs. troicanos podem estar sossegadinhos que ele, Seguro, vai cumprir tudo o que está no famigerado memorando. Quer isto dizer, por outras palavras, que o mesmo homem que quer derrubar o governo e já lhe aponta a espada de uma moção de censura, irá (no governo e se lá chegar) fazer a mesmíssima figura do Passos Coelho.
Isto é, estamos fritos.
E que necessidade teve Seguro de explicar aos srs. de troica? Que figura fez ele? É uma tristeza termos esta gente que quer governar.

24 março 2013

||| A LIMITAÇÃO DE MANDATOS E A LEI ELEITORAL



O Contra acha que a lei de limitação de mandatos nunca deveria ter visto a luz do dia e muito menos nas autarquias! O que deveria existir, isso sim, era um rigoroso “controlo da qualidade” dos mandatos dos autarcas, em termos de promessas cumpridas, ou cumpríveis dentro da legalidade, honestidade e trabalho feito.
Não cumpriam x% do que prometeram e, pronto, iam de vela. E há formas simples de fazer essa fiscalização.
Os mandatos deveriam ser ilimitados, mas sempre sujeitos à intervenção democrática das populações, que os avaliariam - nem que fosse apenas nos votos eleitorais. E não pelos seus partidos - que lhes dão ou tiram a confiança, O Contra não acha também que os lugares de pessoas eleitas em listas de partidos políticos, passadas as eleições, devam passar a “pertencer” a essas pessoas e não ao partido que deu a cara pelo programa e arrostou com todas as tarefas que levaram até à eleição, como hoje acontece. Nem em autarquias, nem no Parlamento. Isto, assim, até parece confuso.
A verdade é que, seja como for, vamos continuar a viver uma democracia em que os direitos políticos de um cidadão ficam reféns de um “da” ou de um “de”... ou da disposição momentânea de um qualquer juiz e da sua pessoal interpretação de uma lei que, já que existe (e, repito, não deveria existir!)... deveria, pelo menos, ser clara. 
Uma lei que trata com pretensa igualdade aquilo que não é igual, nºao é uma lei justa. Um político que serve, não pode ser tratado como o outro que se serve! E, por ser serve, não presta.
O mal pior é que, com esta lei injusta da limitação dos mandatos, muitos bons eleitos terão de ir borda-fora.

21 março 2013

||| A GOVERNAÇÃO E A FALTA DE OPOSIÇÃO...


Portugal aderiu a uma Europa que não esta, na qual há uma Alemanha e um grupo de colónias - sendo umas de primeira, outras de segunda e outras de terceira e por aí fora. Portugal, nem se sabe bem onde está.
O que se sabe é que cada vez mais está na hora de os portugueses tomarem uma atitude que os defenda da incompetência que grassa ma governação, sem que se vislumbre alternativa credível, capaz, competente, audaz, corajosa e patriota.
O país, só porque tem esta governação, não pode continuar a aceitar a sua desintegração como sociedade solidária, debilitada por cada vez mais impostos e cada vez menos regalias sociais. A governação não pode continuar autista e golpista, a debitar contribuições e fragilizando o povo, que empobrece.
A governação tem de abrir os olhos e ser portuguesa. E ter uma oposição à altura, não sendo este o caso.

20 março 2013

|||| SALAZAR DE ONTEM E GASPAR DE HOJE...



O país vai no que vai e são inevitáveis as comparações entre Salazar e Gaspar, dois ministros das finanças em alturas diferentes, mas ambas aflitivas.
A comparação não beneficia nada o actual. Realmente, para além das óbvias diferenças culturais e intelectuais, Salazar era inteligente e bem mais culto que Gaspar. E não só, pois há uma outra grande diferença entre os dois ministros das Finanças: Salazar em momento algum deixou de colocar o interesse nacional à frente do das potências estrangeiras.
Tenho dito. São estes pormenores que fazem as grandes diferenças, entre os grandes e os pequenos homens, os grandes e os pequenos países.

18 março 2013

||| UM PORTUGAL SEM ESPERANÇAS...




O país está sem esperança e do Chipre chegam-nos notícias trágicas: a corrida aos depósitos bancários e o aviso de morte para as poupanças de quem as tem. Não tardará que tal chegue a Portugal. Não duvidemos.
O Portugal dos coelhos, dos seguros e dos portas, dos jerónimos e dos semedos, não vai longe. Não há esperança que nasça, que raie. As esperanças perderam-se entre tralha e o lixo tóxico e político em que resmungamos, sempre a encaixar e a aguentar as esfaqueadelas de quem supostamente nos governa.
Portugal e os portugueses não podem esperar algo de bom da Europa dos Barrosos e dos partidos. Nada há a expectativar de um PSD sem nível, de um PS de falhados, de um CDS de órfãos, do PC ou de um Bloco que vivem num outro mundo.
Chegámos a isto, que é radical e perigoso e irrespirável e desconfortável e é sobretudo arriscado. Falta falar na Constituição, que nos propagandearam das mais avançadas e progressistas do mundo, dando garantias e mais garantias? Mas cadé, onde estão elas?

15 março 2013

||| O 1º. MINISTRO CONVIDA À VIGARICE...


Passos Coelho é o 1º. Ministro de Portugal! É, por via disso, é o principal culpado do que se passa no país. Para o bem (pouco...) e para o mail (muito).
Pois o nosso primeiro-ministro apelou hoje em Aveiro, à sociedade civil (disse ele, como se houvesse outra sociedade, que não seja civil), às empresas e às instituições que façam um uso "responsável" dos fundos estruturais, avisando que o Governo não pode ser "polícia" dessa utilização». 
Isto é inacreditável!
Ou o homem não está bom da cabeça, ou é literalmente irresponsável, incompente e leviano. Deus lhe perdõe, que os portugueses já não tem pachorra para isso. 
Um 1º. Ministro vir dizer uma coisa destas é a mesma coisa que confessar a sua visível inaptidão para o lugar. É a mesma coisa que dizer para se fazerem vigarices, pois o governo já nem se vai dar ao trabalho de fiscalizar. É tonto e irresponsável.

13 março 2013

||| TEMOS PAPA!!! PARA UMA NOVA IGREJA??!!!


Já temos Papa, Francisco I !
É Jorge Mário Bergoglio, 76 anos, argentino, jesuíta, arcebispo de Buenos Aires... e, dizem, um homem de profundas convicções progressistas. É o Papa Francisco!! O único assim chamado em toda a História da Igreja, um Papa que pede a benção antes de benzer, que se anuncia pastor e vê Roma como centro de evangelização e tem a escola formativa da exigente formação jesuíta.
Escolher o nome do pobre de Assis, deixa o Contra alegre e muito esperançoso e esperançado. Emocionado, consolado e feliz.
O nome escolhido, invoca a pobreza de S. Francisco de Assis, mas também, e não será por acaso, o missionarismo e a grande cultura científica de S. Francisco Xavier, o co-fundador da Companhia de Jesus, o padroeiro das Missões e grande apóstolo do Oriente.
O Contra tinha a convicção de que o novo Papa seria um não europeu e acreditava que fosse um brasileiro! Não é do país irmão, é lá «do fim do mundo», como ele disse do país onde o foram buscar - a Argentina.
A maior surpresa tem a ver com a sua origem jesuítica e o que o Contra d´Ele espera e deseja é que seja um Papa que se assuma contra os erros contemporâneos de uma Igreja embrulhada em escândalos. Um Papa contra o mundo de miséria e por uma Igreja voltada para todos. 

11 março 2013

||| O MAR ENCAPELADO DA GOVERNAÇÃO




O Contra, ontem, caiu acidentalmente no meio de uma animada conversa sobre a governação e, pese embora a profusão de palavras à volta do desporto, via-se à vista desarmada que o assunto principal andava à volta da política. A de lá e de cá, a de aquém e além-mar...
O Contra logo percebeu que a conversa não era propriamente sobre a militância partidária de cada um dos tertulianos, mas, isso, sim, das suas simpatias políticas e da cor e das características governo salvador, como este se faz passar na opinião pública. 
O Contra tem noção do quanto é inassumível o criticar por criticar, e não quer nessa tentação, mas concluiu, ao final da conversa, que há novos heróis, os do tudo e por tudo.
 Ai, ai, ai... se não fossem eles, lá se ia a nação pela ribança abaixo, era a morte e a tragédia, o drama - um drama sem palco, mas ao vivo.
A troika, entretanto, dilatou o prazo (ai tão bons rapazes que eles são...) e a gente, por ora mais sossegadita, vai esquecer porque ainda ontem tantos eram contra a governação e o que ela representa.
O melhor, no entanto, é esperar para ver e não nos pormos já a apontar dedos a quem, tão generosamente, tão heroicamente, se tirou da sua zona de conforto, para enfrentar os males encapelado da governação.

10 março 2013

||| A ESQUERDA E A DIREITA, TRABALHADORES E POVO


A governação é o que é - nada a fazer... - e quem a suporta e a contesta é a mesmíssima coisa: espelhos uns dos outros. Olhe-se o exemplo, o Bloco de Esquerda está à nora com cisões internas e dissidências e o PCP, qual abutre, começou a rondá-los num ápice, alegando-lhes que a inscrição no Bloco não incomoda nada os patrões.
E o PCP incomoda, ou já ninguém liga nada aos seus gargarejos revolucionários?
Tirar os patrões, esses reaccionários, exploradores e capitalistas, da zona de conforto é missão que muita gente aplaudiria. O Contra, também. O problema é que o PCP e as suas extensões (Os Verdes - e os vermelhos... -, a CGTP e quejandos) já não  incomoda tanto o patronato como julga e as preocupações sobram é para o povo desempregado e o mal pago.
A angústia, a depressão e as dúvidas existenciais são para a classe operária, mal representada por quem dela se faz representante: sindicatos e partidos de esquerda. É este o país que temos e temos de aguentar.

08 março 2013

||| UM CICLISTA ELÉCTRICO E COM ÁLCOOL A MAIS...


   
«A GNR de Águeda deteve um homem, de 42 anos, que conduzia uma bicicleta eléctrica carregado de álcool: com uma taxa de 4,41 gramas de álcool por litro de sangue. O que é obra.

A notícia tem o seu quê de insólito: era, afinal, um ciclista bêbado, como se diz em bom português. Não é dito onde foi que tal coisa aconteceu, pois apenas se fala numa rotunda da estrada nacional 333.
É caso para dizer que o ciclista ia de  carga a mais, ou a utilizar energias renováveis. De tal forma e feitio que não podemos deixar de soltar uma sonora gargalhada sobre tal acidente. Será que o homem ia com gás a mais?
A notícia foi recolhida AQUI

05 março 2013

||| AS ALTERNATIVAS DO TOZÉ...




Pronto, malta, calma... lá nos vão adiar o pagamento do calote e dos juros, mas não vamos folgar de vez as costas, nem fugir com o rabo à seringa. Vamos amochar e pronto e, sobre o assunto, nem quero ouvir mais nada na TV. Por cá, o Tozé Seguro, entretanto, apresentou na semana passada as propostas alternativas do seu PS (não sei se de todos os socialistas, dos costistas, dos alegristas, dos soaristas, dos socratistas e outros apêndices) que muito entusiasmaram tudo o que é papagaio que fala na televisão e nas rádios ou escreve nos jornais.

Mas quais propostas? 
O que o Tozé disse não passou adiante das habituais vacuidades pseudo-keynesianas sobre a «política de crescimento», blá-blá-blá..., obras para aqui e investimentos para acoli, tudo com o dinheiro dos contribuintes, como é óbvio.
E vai-se a ver e o que é? 
Pois nada mais nada menos quer 3 medidas para aumentar a despesa pública: exactamente as ditas obras, a suspensão dos cortes nos vencimentos públicos e pensões e o aumento do salário mínimo.
Chama-se isto ser exactamente igual ao Pedrito que anda a passo de coelho e ter  a inexplicável presunção de que este PS sabe governar.
Sabe o quê? Sabe nada... 

01 março 2013

||| A DEMOCRACIA DE ASSIS NÃO VALE 7 MILHÕES DE VOTOS...




O Contra achou um piadão ao deputado socialista Francisco Assis (que raio de nome para um político), quando escreveu, no Público, que a "Vitória de Beppe Grillo é uma poderosa manifestação de irracionalidade". Beppe Grillo, recordemos, é um italiano que, mas eleições lá da «bota» dele, acaba de ter 7 milhões de votos, o que não é coisa pouca. -  São mesmo 7 milhões, leram bem! O que é mais que o número de eleitores de Portugal inteiro e arredores.
Percebe-se bem que um politeco cá do bairro, como Francisco Assis (que até para António José Seguro pertdeu...), se impressione com Beppe Grillo. 
E porquê? Justamente porque, lá pela bela Itália, Beppe Grillo não chegou aos 7 milhões e votos por ter andado a lamber botas. Nem a fazer o que faz Assis e a esmagadora maioria dos políticos portugueses, que é andar por aí a correr, a dizer amen ao chefe do partido, a lançar perdigotos em tudo o que for sítio para botar faladura, achando o que o líder acha, repetindo o que ouve e lambendo botas, para que continuem nas listas em lugares elegíveis. Beppe Grillo conquistou 7 milhões de votos sem nenhuma base partidária e sem fazer anda disso.
O exemplo italiano, de resto, deveria ser seguido em outros lados, por ser caso de democracia evidente, sem a sombra e as garras dos monstros partidários que engajam os portugueses e os iludem.
Francisco de Assis (que raio de nome para ser político...) não entende isto e por isso mesmo e com grande descaramento é que chamou irracionais aos 7 milhões de italianos que votaram em Beppe Grillo.