31 maio 2006

!!! O QUE ACONTECEU A UMA SENHORA D´OIS, COITADA... DEPOIS DE LER ESTE BLOGUE, POST A POST !!!


Uma comentadora deste raio de blogue pôs-nos em tribunal, por lhe termos trocados os olhos com as dissemelhanças aqui postadas. Que o Óis que aqui falamos não é o Óis real, que as cioisas não são assim como dizemos, c´assim e c´assado!!! Ficou como se vê, d´olhos a dobrar e duas bocas para tudo o que for necessário.
Também quem é que a mandou armar-se ao pingarelho e andar a ler o que ninguém lê?!!! Vê-se logo, coitada... vê-se logo qu´é d´Óis!!!

30 maio 2006

||| VIDA DE CÃO PARA QUEM ANDA POR AÍ NAS NOSSAS ESBURACADAS ESTRADAS

Para quem anda por esse nosso interior de Portugal fora (ou adentro...), há imageens recorrentes do adeus às curvas e contracurvas dessas estradas praticamente sem rectas!
Como acontece por Óis, agora um bocadinho pior, por causa das curvas provocadas pelos buracos!!!
Não me importo de esperar; fico por aqui a ver a rapidez com que o pê jota vai exigir os nossos direitos à qualidade de tráfego de veículos e, depois, e depois... lá recomeço mais uma viagem com um bom/mau tema de conversa para mais uns quilómetros! Ou apenas para mais uns poucos metros, pois logo mais meia centena de buracos aparecem na estrada. Vida de cão!!!

29 maio 2006

||| PORQUE HOJE É 2ª.-FEIRA, É O DIA DE SANTA PREGUIÇA E NÃO ME APETECE DIZER NADA, NEM MAL NEM BEM!!!

Porque hoje é segunda-feira, não me apetece postar nada, nem dizer mal nem dizer bem!!!
E aconselho a quem me lê para ir ver o catolicamente cristianizado blog d´ois por três, onde não falta religião e comunhão, profissões e outras confissões. Então, por estas e outras, não se está mesmo a ver quem sãos os três do d´Ois?!!! Meninos de coro e de coretos... Eh, eh, eh!!!

28 maio 2006

||| O FALHANÇO DOS SUB-21 NO EURO 2006 E A ORQUESTRA JUVENIL DAS TUNA DE ÓIS

pronto, acabou o Europeu de Sub-21 para a Selecção Portuguesa. Acabou o jogo com a Alemanha e desataram todos, portugueses e alemães, numa choradeira pegada. Se era para isso, mais valia terem ido para os copos.
Quatro notas:

- Primeira: Segundo o dono da andradagem, a culpa disto foi do Scolari e dos médicos da Selecção e de todos os que não lhe prestam vassalagem.
- Segunda: É mesmo verdade que o treinador, sub-chefe, da Selecção Portuguesa de sub-21 disse que a Selecção da Sérvia e Montenegro era uma equipa de “feijão com arroz”?
- Terceira: Imaginem que este campeonato em vez de se jogar entre Douro e Minho se jogava, por hipótese, entre Lisboa e o Vale do Tejo, ou entre o Alentejo e o Algarve. O que não diriam o dono da andradagem e os seus obedientes acólitos?
- Quarta: O comentador da TVI, referindo-se ao Quaresma, disse mesmo que era muito difícil para os defesas alemães estarem “com um olho no burro e outro no… jogador”, ou fui eu que ouvi mal?
- E agora a quinta e última nota: a Orquestra Juvenil da Tuna de Óis da Ribeira foi festejar o quê, para Águeda, no concerto marcado para a noite de hoje? O clamoroso falhanço da Selecção Portuguesa de Sub-21? Alguém os estará a ver neste momento?

27 maio 2006

||| PORQUE É QUE OS JORNALISTAS PODEM DIZER O QUE QUEREM E LHES APETECE?!!!

«Porque razão em Portugal os jornalistas podem pôr em causa todas as profissões, dos magistrados aos funcionários do fisco, e ninguém os pode pôr em causa?»

- Porque é que em Óis aparecem tantas notícias, a dizer que se vai fazer isto e aquilo e que depois não se concretizam?
Querem um exemplo: há quantos anos andamos a ler que vai haver habitação social em Óis?
Querem outro: há quanto tempo se anunciou a ceifeira aquática, ou lá o que é, para limpar os jacintos? Já alguem a lá viu?
Será porque o jornalista-mor cá do reino passa a vida em panquecas com o presidente da Junta?

26 maio 2006

||| BOTAS DE BORRACHA PARA OS PATOS E RABILAS DA PATEIRA POR CAUSA DA GRIPE DAS AVES


A última moda em medicina veterinária recomenda que as aves em geral e as aves aquáticas, em particular, usem botas de borracha para não molharem as patinhas e evitarem assim adoecer com a Gripe das Aves. Está-se mesmo a ver que não tarda nada que nós portugueses – que pusémos meio país a declarar na Junta de Freguesia o canário da casa – sejamos obrigados, por mais uma inovadora portaria, a adquirir galochas para o periquito e impermeável para o papagaio. Aqui por Óis o nmelhor será também que atentemos no problema das aves - os patos, as rabilas, etc... - que andam opela pateira. Uma botinhas de borracha ficam-lhe a jeito!

25 maio 2006

||| DESPACHAR A CÃOZOADA NOS AUTOMÓVEIS QUE PASSAM POR ÓIS

Todos aqueles que se dão bem com os cães - e não é o meu caso... - decerto já repararam num fenómeno muito interessante: eles detestam que lhes soprem no focinho mas, assim que entram para dentro dum carro, a primeira coisa que fazem é colocar a cabeça de fora da janela.
Ora isto é uma prova de que o cão e o homem são mesmo os melhores amigos, pois este tipo de estupidez só nos humanos encontra um paralelo.

Pegando neste pé, a instituição local já fez desaparecer toda a cãozoada que andava aí perdida pelas ruas: cada carro que saia d´Óis teve de levar um dos perdidos daqui para fora!
Dito e por fazer!!!

24 maio 2006

||| MAIS VALE TERMOS AS OBRAS ATRASADAS NESTE SÉCULO QUE ADIANTADAS NO PRÓXIMO!!!

Pensamento do dia : "Mais vale chegar atrasado neste mundo... que adiantado no outro".
A questão em Óis da Ribeira pode por-se da seguinte maneira: "Mais vale que as obras cheguem atrasados este século... que adiantadas no próximo". De nós é que já só vai restar o esqueleto, digo eu!!!
E a propósito: quando é que aquela porcaria dos contentores sai ali do centro da cidade? Razão tem o outro aquando diz que só lá estão para chatear o Saraiva. Será mesmo assim?
Eh, eh, eh!!!

23 maio 2006

||| PRÓS&CONTRA D´OIS NUM DEBATE SOBRE A HERÓICA NAÇÃO RIBEIRENSE

Ontem, como já aqui contei, estive a ver o “Prós &Contras” na RTP1.
Descontando os guinchos e interrupções a despropósito, por parte da senhora jornalista que tem como função moderar a discussão e que às vezes se arma em carapau de corrida e ontem tinha de defender a pele da sua classe profissional, o programa até esteve interessante. Até muito divertido, pois os palhaços eram bons.
Não é todos os dias na verdade que se vê em confronto dois egocêntricos como Carrilho - o Manuel Maria filho do Engrácia e namorado daquela Bárbara coisa alta e despernada - e o incontornável e barbudo Pacheco Pereira que há uns anos esteve para levar umas lambadas ali em Serém. Olha que dois...
Diga-se que, ao pé de Carrilho/Engrácia Filho, Pacheco Pereira até parece ser alocêntrico, o que não é tarefa nada fácil. No entanto, como bem sabe Carmona Rodrigues, o egocentrismo patológico e a inabilidade política do «engraciado» Carrilho conseguem provocar milagres na imagem dos seus oponentes.

E agora perguntam vocês, então e o que é o egocentrismo?
Pois é uma psicose que consiste numa sobrestima patológica de si mesmo que falseia o juízo e traz consigo uma susceptibilidade sombria e insociável. Olhem lá como eu sei falar... Nem pareço d´Ois.

O que havia de ser bonito é organizar-se um «prós&contra d´ois» entre a classe política da terrinha, para discutir o estado da nação ribeirense: o Pires aos berros, o Saraiva a zombar e o Diamantino a gozar que nem um preto!!! E os socialistas na plateia, pois atempadamente já fugiram a estas coisas!!! Eh, eh, eh...


22 maio 2006

||| O RIDÍCULO É POLÍTICA OU COMO UM POLÍTICO PODE SER RIDÍCULO!!

O ridículo é política?
São dez da noite, sábado passado. Estou a olhar para a televisão. Corro os vários canais. De repente, paro. Odete Santos dança na RTP 1 ao som de uma música celebrizada por Frank Sinatra.

Acaba a exibição. Um elemento do júri diz que era bom ver mais políticos fazerem aquela figura. Odete, meia tonta e meia louca, diz que a dança também é política.
É? Claro. Eu pelo menos gostei de ver a alegre coligação Sinatra/Odete. É óbvio que já mudei de canal. Mesmo a tempo, já agora, de apanhar no princípio o "Birth", com Nicole Kidman, no Premium.
Atenção: não se trata de defender aqui qualquer tipo de fundamentalismo político ou cultural. Não estou a criticar a participação de políticos, ou políticas, em programas de entretenimento. Não é disso que se trata, mesmo. É que o programa é ridículo. É isso que está em causa. Esperava mais de Odete Santos. Apesar de ela já nos ter habituado a estas exibições. Neste momento, na RTP1, está aquele vaidosolas que quis ser presidente da Câmara de Lisboa, o Carrilho. Que não tem grande noção do ridículo.
Agora imaginem, em Óis da Ribeira, um dueto no palco entre o sr. presidente da Junta de Freguesia e aquele rapaz do Bloco de Esquerda. Era de urinar a rir...

21 maio 2006

||| O FISCO E OS CONTRIBUINTES, OS IMPOSTOS QUE PAGAMOS E AS OBRAS QUE NÃO TEMOS


O pretenso devedor de 28 000 euros afinal era... credor líquido de 4000 euros. E mesmo assim foi enxovalhado na praça pública sem direito, sequer, a um pedido formal de desculpas. Ganda Fisco!
A notícia vem no Correio da Manhã e já nem espanta, tal é a cegueira assaltante do Fisco em relação aos contribuintes. A vítima é de um bairro de Lisboa.
Aí por Óis a coisa não deve andar por menos, tenham paciência... Ao menos se com a massa que nos levam, arranjassem os buracos das estradas, acabassem a rede do saneamento e fizessem as casas de habitação social...
Reparem bem nas figuras que simbolizam o fisco e o desgraçado do... contribuinte.

20 maio 2006

||| OUTROS FUMOS, CANTARES, DANÇARES E PULOS POPULARES DE ÓIS


Uma amiga minha surpreendeu-me ontem ao dizer-me algo que me pareceu bastante inédito.
Puxou-me para o lado e segredou-me: "Hoje é sexta-feira, e eu esta noite quero cantar, dançar e pular...".
Ora se rir é o melhor remédio, cantar dá para os males espantar, lá diz o povo, e tem razão. E eu, que não sou desmancha-prazeres disse-lhe: "Pois, e tal... sim senhoras, parece-me bem. Atão e aquela final até poder ir aqueles espectáculo que a gente sabe...".

Canta-se por lá, dança-se e pula-se com alguns muitos fumos que são exactamente esses que vocês estão a pensar.

19 maio 2006

||| SOCORRO QUE VOU CAIR NUM BURACO DE UMA DAS RUAS DE ÓIS!!!

Socorro!!!... Que faço eu quando o carro vai bater numa qualquer cratera que abunda nas nossas estradinhas?!
Cerro os dentes, aperto o volante com força, sustenho a respiração e faço força nas pernas para me fazer levezinho...
É mesmo isto que me livra de partir uma jante, de levar o carro à oficina e ter o dinheiro do mês mais curto!!!
Puxa para isto!!

18 maio 2006

||| BURACOS NAS RUAS DE ÓIS E A CONVERSA RÁPIDA ENTRE DOIS ZÉS


E atão pergunta o Zé ao outro Zé: Óme porqué cá tantos buraques nas ruas dóis?
Responde o Zé ao outro Zé: Atão, óme... porqué mesmo assim!
Pergunta um: E nã à maneire de evitar isse?
Há, pois... Atira-te pra dentro dele e já o tapas!

17 maio 2006

||| O MODERNO TEMPO EM QUE VIVEMOS E AS AGULHAS DAS INJECÇÕES FERVIDAS EM AGUARDENTE

Tou a ver o Barcelona-Arsenal e o puto não se cansa de chorar, está com um febre doida, enxarcado de antibióticos e pomadas, já se banhou hoje cinco ou seis vezes, para se lavar do suor das altas temperaturas.
Agora, temos médico aqui ao lado e uma instituição que cuida dos nossos filhos.
No meu tempo, tínhamos de ir ao hospital, a Águeda - onde «sinistras" figuras de batas brancas nos metiam medo de arrepiar. Ou vinha um médico a casa, com uma maleta na mão e sempre de má cara. E ainda mais medo tínhamos. E tínhamos de apanhar injecções com agulhas fervidas em aguardente. Doíam para caramba...
Esta malta mais novinha não sabe no paraíso em que vive! Agora tomam ampolas ou uns comprimidozecos e já não levam com as picadelas da seringa no rabo! São uns lordes!!!

16 maio 2006

||| O ESTADO EM QUE VAMOS FICAR, QUANDO MENOS DERMOS POR ISSO


OIS DA RIBEIRA é terra de fartas promessas.
Prometeram limpar a pateira, lembram?
Prometeram habitação social, lembram?
Prometeram rede de saneamento, lembram?
Prometeram valetas limpas, lembram?
Prometeram iluminação em condições, lembram?
Prometeram justiça social, lembram?
Prometeram dinamização cultural, lembram?
Prometeram arranjar o adro, lembram?
Prometeram um parque da pateira limpo, lembram?
Prometeram tanta coisa, lembram?
*
Ficámos como este cidadão, na hora de cobrar o cumprimentos das promessas!

15 maio 2006

||| VAMOS TODOS À BOLA E O DEPORTO QUE NÃO HÁ NEM SE FAZ EM ÓIS DA RIBEIRA

A bola vai rolar e bolar por aí, já em Águeda dentro de dias com o Euro 2006 de Sub-21. Depois, é o mundial e lá está Portugal!!! O Café do Pires, o snack do Saraiva, o pub do NélsoN, a sala do Pôr do Sol vão encher-se de gente e de gritos, aos berros mal-educados e pulos desregrados. É Portugal a jogar...

E por Óis da Ribeira, o que é que se joga?

O polidesportivo está com a vedação rebentada, o piso cheio de folhas secas de eucaliptos e agulhas, lixo e abandono. Os balneários estão para usar desde 2003... Como é que devem estar, depois de várias vezes arrombados?

O hangar de canoagem vê-se de fora que está cheio de lixo, montes de teias de aranha e cagadelas de pardais. E não se vêem os canoístas a treinar, os barcos e todos os equipamentos devem estar a degradar-sem, a época desportiva vai para o fim.

Vamos à bola?!!!

A equipa de futsal teve o comportanento que teve o ano passado: foi uma equipa de alguns amigos, desorganizada, sem treinadores e responsáveis no banco. Uma vergonha!

Vamos à bola...

14 maio 2006

||| CRÍTICAS PARA O LIXO!!!

Um «comando» desta inidentitada terra ferrou-nos com um comentário a ripar-nos de alto abaixo por causa do nosso comentário sobre as dádivas para o centro social. Usa uma linguagem muito agreste e impublicável, pelo que o impublicamos.
O que reafirmamos é duas coisas e nisto concordamos com o nosso comentador:
1 - que deveria ser dado a conhecer o nome do benemérito dos 1 000 contos, assim ele nisso não veja inconveniência. É de Óis, é conhecido, é homem, é mulher, quem é?
2 - que deveriam ser publicadas as dádivas do povo de Óis para o centro social.

Quanto aos ataques pessoais, sr. Silveira (???!!!), durma bem com a sua consciência. Críticas como as do seu género vão para o caixote do lixo.

13 maio 2006

||| A VERDADE, OS POLÍTICOS E OS JORNALISTAS, OIS DA RIBEIRA

Sobre a relativização do significado da palavra “verdade”, vejamos um caso de dimensão nacional: um jornalista é convidado por um político para apresentar o livro deste. O jornalista aceita. Na apresentação, o jornalista aproveita e diz que há jornalistas, os outros que não ele, está-se mesmo a ver... que se vendem. O jornalista chama-se Emídio Rangel. O político chama-se Manuel Maria Carrilho. Para cúmulo, o livro do político intitula-se “Sob o Signo da Verdade”.
Cá por Óis, o político não publica livros mas escreve artigos violentos e faz denúncias que os tribunais não provam. E almoça e janta frequentemente com o jornalista. Há outras formas de compra e venda.
Só não dizemos os nomes, mas é tudo verdade.

12 maio 2006

||| INGRATIDÃO E XICOS ESPERTOS, SITES E SABER DIZER OBRIGADO


A propósito da oferta de 1 000 contos ao centro social da Arcor, aqui ontem dita - copiada dos jornais - apetecia-nos mandar aqui e agora umas bocas a esgalhar nuns "xicos-espertos" que fazem passar a ideia de que são eles quem "tratam" destas coisas e espalham intrigas e mentiras. Ai se (não) fosse eles... é o que els querem dar a entender.
Isso seria, porém, dar-lhe importância que não tem e então a gente assobia para o ar e deixa-os andara lanzoar. Cala-te boca!!!
Entretanto, fomos ver o site da Arcor e a notícia nem sequer vem lá. E nós achamos e acham também algumas com quem falámos sobre isso que o site deveria dar a notícia e deveria agradecer ao cidadão que desta maneira e com estes valores apoia a associação. Mas, credo, dizer obrigado é coisa que muitos não sabes ou não são capazes. E o site, coitado, também é aquilo que a gente sabe...
Deixamos o nosso repetido obrigado ao cidadão (ou cidadã) que assim apoia a Arcor. Em nome de quem, ingrata e (in)conscientemente o não faz e de Óis da Ribeira que é pobre e precisa de muitos amigos como este para construir os seus sonhos. E não dizemos mais nada: cala-te boca.

11 maio 2006

||| ALGUÉM DE CORAÇÃO BOM DEU 5 000 EUROS PARA O CENTRO SOCIAL DA ARCOR!!!

HOJE estamos aqui absolutamente e totalmente a FAVOR, contra os do contra e se preciso até contra nós, para falar de uma coisa invulgar: alguém de coração generoso ofereceu 5 000 euros à ARCOR.

1 000 CONTOS para o centro social!

É obra!!! É d´HOMEM!!!

O jornal não divulga o nome e deveria dizer quem é.

Porque é que os jornais são sempre tão desejosos da escandaleira e de borrar o nome às pessoas e nestes casos não divulgam os nomes?

10 maio 2006

||| UMA BELA GAROUPA SEM... ESCAMAS PARA COMER LOGO À NOITE

Farto das carnes assadas da Páscoa e das panquecas dos dias subsequentes, decidi que hoje vou comer peixe. Aliás, sou fã de peixe e logo à noite vou comer uma garoupa. Uma boa garoupa... E é evidente que tenho de lhe tirar a escama toda.

09 maio 2006

||| O DIA DA MÃE VISTO À ALTURA DE UM FILHO AINDA MUITO CRIANÇA

Desculpem lá qualquer coisinha, mas também queremos aqui lembrar o Dia da Mãe - que já foi anteontem, domingo... e o Dia Nacional da Curiosidade do Filho Ainda Criança.

A vida é assim mesmo!!!... O que é que se há-de fazer? Juramos que nem mãe nem filho são cá da terra.

08 maio 2006

||| PERGUNTAS INGÉNUAS MAS QUE NÃO TÊM NADA, MESMO NADA DE BURRAS!!!

UMAS PERGUNTAS INGÉNUAS: Agora que tanto se fala de carreiras contributivas e da sustentabilidade da Segurança Social, porque razão todos os políticos, sejam do governo ou da oposição, se esqueceram do regime especial de que beneficiam os próprios políticos? Ou as suas reformas não são pagas com o mesmo dinheiro?
E porque é que os políticos mais cá de baixo, os tais a quem chamam autarcas locais..., não descontam para a Segurança Social sobre as suas prebendas mensais?
Isto só acontece porque nos têm, ao povo, como autenticos burros sandeiros?... Como burros sandeiros que não dão coice?

07 maio 2006

||| OS PREÇOS DAS GASOLINAS


O cartoon é do Diário de Notícias e a vontade de dar um chuto nos nossos governantes é nossa. E de muitos portugueses.

06 maio 2006

||| HÁ BURRO NA COSTA d´OIS DE RIBEIRA!!!...

Há tanto burro mandando
Em gente de inteligência...
Que às vezes fico pensando
Que burrice é uma ciência!!!

//

O poema é de António Aleixo, mas adapta-se perfeitamente à actualidade de Óis da Ribeira. Penso eu de que...

05 maio 2006

DESFUNDAM AS LÂMPADAS DAS RUAS!!!

Há coisas que pura e simplesmente não acontecem, por isso não nos vale muito a pena esperar que aconteçam. Não há fé que nos salve. Só acontece o que simplesmente pode acontecer... nada mais.
O resto é do domínio da especulação e confesso que não tenho paciência para ela!
Mas não posso deixar de perguntar porque carga de água temos lâmpadas fundidas nas ruas de Óis da Ribeira - meses seguidos... - e também porque é que são tão raras as que não estão fundidas e dão tão pouca luz!!!

04 maio 2006

01:02::03.04/05/06.


01:02::03.04/o5/06.

Uma hora, dois minutos, três segundos de 4 do 5 de 2006.
É hoje!!!
E os Estados Unidos continuam à pantufada com o tipo do Irão.
Não dá para entender!!
Cá por Ois também se morde nas canelas uns dos outros mas a bomba nunca mais estoura!!!

03 maio 2006

VÃO ROUBAR PRÓ CARAÇAS, SEUS FILHOS DE UMA GRANDE E SÉRIA MÃE...

A mesa do café é pouso de muita opinião e, há dias, a questão era "A questão urgente da segurança energética". Segurança e custança, já que, no mercado português, as gasolineiras, que andam sempre a aumentar o custo dos combustíveis, não o baixaram entre Agosto e Novembro de 2005, quando, durante 4 meses, período em que os preços do petróleo desceram, elas, as gasolineiras não mexeram nos preços dos combustíveis? (...)».
E agora acrescento eu: porque será que as mesmas gasolineiras aumentam tão rapidamente os combustíveis, mal começa a soar que o preço do barril de petróleo está outra vez a subir?
E, já agora, porque será que as gasolineiras, por esse mundo fora, têm tido lucros astronómicos nos últimos anos ? Alguém me sabe explicar?
*

É como em Óis, gente que a gente sabe que planta para receber subsídios, faz a colheita para receber subsídios, recebe subsídios para a acabar com a exploração e depois para a recomeçar. Ou os que, sem semearem um grão de cereais, todos os anos se candidatam e recebem interessantes subsídios - que depois passeiam em quatro rodas, pelas praias, serras e bons restaurantes de Portugal. E de lá de fora. Uma tripa forra...

02 maio 2006

ANDA O DIABO À SOLTA...

O povo, na sua enorme sabedoria, costuma dizer que anda o diabo à solta, quando as coisas correm mal...
E andam a correr mal por Óis da Ribeira, já ninguém tem dúvidas... Não tanto porque desde o meio da tarde não temos internet, que isso é o menos, mas porque se sucedem os assaltos, atrás de assaltos, sem que se ponha mão nesses filhos da mãe que querem e levam o alheio.
Há quem diga que é este este e que é aquele. Nós não sabemos quem é, mas ajudaríamos a pô-los de molho, com uma cachaporras bem dadas, assim soubéssemos quem e os apanhássemos a jeito. Assim, as autoridades que actuem, que é obrigação delas. As policiais e as civis.

01 maio 2006

* O 1º. DE MAIO, OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, OS TRABALHADORES DA «PRIVADA» E OIS DA RIBEIRA

01.5.2006

1º. de Maio,
dia do trabalhador

Hoje é dia 1º. de Maio e venho, por isso, aqui deixar algumas ideias para celebrar o «dia do trabalhador».

Ora vejamos lá:

1. Existe uma diferença entre a "classe trabalhadora" e a "classe sindicalizada". Os primeiros são tipicamente jovens que ou estão no desemprego ou estão no sector privado. Os segundos são tipicamente pessoas de meia idade, que têm um emprego na função pública. Emprego certo e seguro, de refroam certa. Os primeiros ganham menos e têm mais habilitações académicas. E pagam os salários dos segundos. Com os seus impostos.
2. Os sindicatos tenderão a defender os interesses da classe sindicalizada, isto é, dos funcionários públicos, dos empregados e dos cidadãos em pré-reforma.
3. Ainda existem 450 professores nos vários sindicatos de professores, cujos salários são pagos pelo Estado. Ora é com os impostos da classe trabalhadora«privada». E são pagos a que propósito?
4. A maior parte dos dirigentes sindicais já não é trabalhador há mais de 30 anos. Nós vêmo-los frequentemente na televisão a dar ao badalo.
5. A maior parte dos dirigentes sindicais são funcionários públicos a chegar à reforma ( o que é óptimo) e, por isso, lutam por reformas da Fução Pública, nomeadamente pela revisão dos critérios de cálculo da reforma, de modo a que os últimos anos contem (ainda) mais. Pois não...

*

Agora o caso de Óis da Ribeira

1. Quantos funcionários públicos cá há e quantos são os desempregados da "privada"?
2. Quantos desempregados, "públicos" ou... "privados", estão a receber subsídios do Estado?
3. Quantos deles tem actividades alternativas remuneradas conhecidas, logo por isso estão a receber subsídios indevidos?
4. E quem é que deveria ver estas coisas e não vê, ou não quer ver? Ora bolas paar o 1º. de Maio, o dia do trabalhador que paga impostos e não vai em manifestações.

30 abril 2006

* NÃO ESCREVER SÓ POR ESCREVER MAS ESCREVER PORQUE VALE A PENA

O CONTRA D´OIS ganhou nos últimos dois dias animação algo polémica, com a entrada em postagem de alguns excelentes comentadores. E ainda bem que concordam connosco, se calhar porque vêem em blog a verdade que não é dita em público.
Um dos objectivos deste blog é criar espaços de debate de ideias, depois da morte consumada do site da Arcor - no qual todos nos lembramos de debates bem truculentos (em que também participámos...) - e do facto de o Dois Por Três, que tão bem começou, ter entretanto enveredado por caminhos demasiadamente neutros.
Mas não queremos ser um espaço onde só de escreve por escrever, se fala por falar. Queremos que se fale de coisas objectivas. Não nos roubem o direito de ter opinião e capacidade crítica.

CONTENTORES DO LIXO
NO LARGO DO CRUZEIRO

Os contentores de lixo foram postos no largo do Centro Social há mais de um ano e são uma vergonha para a freguesia mas pelos vistos não são para a Junta de Freguesia. Como já não eram os vidrões.
Para além de estarem no pior local em que deveria estar, são todos os dias vandalizados por animais da vizinhança - alguns irracionais, outros nem tanto. Aparecem muitas vezes abertos e virados para o chão.
Então e não devemos dizer isso? Porque é que os correspondentes de Óis dos jornais não falam nisto? Até há pouco só haviam dois, agora até já há três, e as rádios. Mas nenhum dos srs. correspondentes fala deste caso de saúde pública. Estão todos feitos com o poder, está visto.

29 abril 2006

* BRIGADA ANTI-CÃES VADIOS NA CIDADE DE ÓIS DA RIBEIRA

Ois da Ribeira está cheia de cães à solta. Cães mesmo a sério, dos que mordem e transmitem a raiva e são um perigo para a saúde e segurança pública.
Vai-se à pateira e são matilhas deles, abandonados e esfomeados, dias há em que são dezenas a escaranfuchar nos caixotes do lixo. E já morderam várias pessoas... Vai-se ao centro da freguesia, junto ao centro social da Arcor e da sede da Junta, e é o que se vê. E não se devia ver. Cães e cães à solta...
Ruas da freguesia fora, pois também é o que se vê. Isto já não é uma aldeia de pessoas civilizadas e seguras, é mais um canil. E ninguém vê isto.
O que andam a fazer as autoridades públicas? A Junta de Freguesia de Ois, a Câmara Municipal de Águeda, o Centro de Saúde ou lá quem é que mais ordena nestas coisas.

28 abril 2006

* COMBUSTÍVEIS E CUSTOS DO CONSUMO ENERGÉTICO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

O mesmo PS que iniciou o ciclo infernal dos défices orçamentais, mantendo os preços dos combustíveis à custa da receita fiscal, é o PS que agora conta com os impostos sobre os combustíveis para ajeitar as suas contas. Num curto prazo de três anos o partido do governo adopta medidas contraditórias nos domínios das políticas orçamentais e energéticas.
Se não restam dúvidas de que Sócrates tem uma política para as contas públicas, não restam também grandes dúvidas de que quanto à energia são muito poucas as ideias.
Ainda assim fui optimista e decidi visitar a página da Direcção-Geral da Energia, a página é tão pobre que mais valia substituir o que lá está pela fotografia da bilha. Encontrei rastos de um balanço energético mas nada mais.

Procurei no Programa do Governo e encontrei um ponto dedicado ao tema com princípios que poderiam indiciar uma política energética, ainda que seja evidente que o governo está mais preocupado com as estruturas empresariais do sector, do que em reflectir sobre a nossa dependência energética.
As medidas previstas não vão além do superficial ou mesmo infantil.
Passado um ano de governo teremos que concluir que, eólicas à parte, parece que a grande medida adoptada para o sector foi a nomeação de Fernando Gomes para a administração da GALP. As medidas no âmbito no âmbito das energias renováveis são tão importantes quanto evidentes, mas não resolvem a nossa dependência energética, e mesmo aceitando os mecanismos de mercado os governos não estão dispensados de reflectir sobre estratégias para o futuro. E não basta falar em energia eólica ou de bio-massa, seria de esperar que outras políticas, da industrial e tecnológica à tributação de veículos, e não só, tivessem como pressuposto uma estratégia no plano energético. Seriam de esperar medidas de poupança e eficácia, e o que se tem visto é muito pouco.
Não basta confiar no mercado, como se fossemos grandes produtores, e ficar a olhar para as cotações do crude, rezando para que não subam mais, ou desejando que o Irão faças as pazes com o Ocidente ao mesmo tempo que o ministro dos Negócios Estrangeiros adopta a pose de galo da Índia. Um pequeno exemplo, o que fez ou tenciona o governo para reduzir o consumo energético da Administração Pública? Setecentos mil funcionários e muitos milhares de edifícios sem qualquer gestão no domínio dos consumos de energia, significam demasiados desperdícios para que nada se faça.


27 abril 2006

* MACACOS ME OLHEM...

O macaquinho perguntou à mãe: - Mãe! Por que nós somos tão feios?
E a macaca respondeu: - Meu filho, olha que devias dar graças a Deus por sermos assim. Devias ver a cara da pessoa que está a ler esta mensagem...
Um ribeirense perguntou a outro: Porque é que as nossas estradas estão cheia de buracos?
Respondeu o outro: Porque o presidente da Junta não fala pró George Americano e nós andamos todos para aqui a fazer figura de urso!

26 abril 2006

* ROMANCE POLÍTICO: D. CAMALEÃO DE ´OIS DA RIBEIRA - PARTE V (FIM)

Como consegue Don Camaleão manter o seu rebanho de afilhados fiéis, sempres votantes e de uma lealdade quase canina? É fácil, Dom Camaleão é um verdadeiro padrinho em todos os sentidos da palavra, cuida das suas carreiras, faz de coNta que os ajuda nas dificuldades, dá-lhes honrarias extras e elogios fáceis, diz que arranja empregos para os seus familiares e, para os mais importantes, passa a vida a engraxar-lhe as botas, semprehumilde e subserviente.
Don Camaleão assegura aos seus afilhados uma estabilidade que com os tempos que se vivem na vida pública e privada é um bem precioso.
Ser afilhado do Don Camaleão é ter o futuro assegurado, os favores quase certos, o crédito quase sempre facilitado (na vida e na morte), fantasias emocionais garantidas e naturalmente uma boas pançadas, no restaurante ou na casa de uns e de outros.
Por isso a lealdade dos afilhados em relação ao padrinho está acima de qualquer outro valor, pois Don Camaleão, diríamos que para eles é um verdadeiro santo - embora ele seja de poucas missas.
Quando vai à cidade reunir com a instituição acima dele, ainda antes de o fazer vai apresentar cumprimentos a toda a gente da corte, perguntar-lhe como vai a saúde, se os da família estão todos bem. A fidelidade igualmente e a manifestação dessa fidelidade incondicional estãopara ele acima de qualquer outro valor. Não há furacão que abale essa fidelidade.
Ele faz aos de cima o que exige que lhe façam a ele. Por isso anda todo a gente a lamber botas uns aos outros e a mentirem-se uns aos outros.
Fim

* ABENÇOADO 25 DE ABRIL MAS SEMPRE, SEMPRE... À 3ª. FEIRA

Grândola, Vila Morena/Mãe de pontes e feriados/Deixa-me curtir esta cena/Mesmo que cometa pecados

25 abril 2006

* ROMANCE POLÍTICO: D. CAMALEÃO DE OIS DA RIBEIRA - PARTE IV

Don Camaleão, como se disse no episódio anterior, não pode nomear ninguém quem mande alguma coisa mas julga ter o poder de os derrubar. E derrubar como, se ele é tão subserviente?
A melhor forma de derrubar um qualquer gajjo acima, ou que incomode, é recorrer à comunicação social, nenhum líder se mantém ao de cima se for queimado na comunicação social. A principal preocupação de D. Camaleão é, pois, dar-se bem com a comunicação social e aí ele é mestre, quanto mais não seja para aguentar a sua própria pele. E andar numas pançadas.
Don Camaleão tem vastas relações na comunicação social mas não recorre directamente aos seus favores, isso poderia prejudicar a imagem da instituição que o alberga e lhe serve de disfarce. A melhor forma de actuar junto da comunicação social é, pois, através de alguns dos seus afilhados.

Aliás, entre alguns jornalista e os afilhados do Don Camaleão - quando não ele mesmo... - há um pacto de colaboração, aqueles dão aos jornalistas informação regular que assegura o seu sucesso profissional e estes ajudam-nos a derrubar osopositores, sempre que estes começarem a incomodar. Uma boa parte das notícias podem ter duas leituras, a que o cidadão comum lê e o objectivo simulado da própria notícias.
(continua amanhã)

24 abril 2006

* ROMANCE POLÍTICO: D. CAMALEÃO DE ÓIS DA RIBEIRA - PARTE III

No segundo episódio explicámos como se tinha operado a metamorfose do Camaleão em D. Camaleão, neste vamos explicar como é que o D. Camaleão consegue sobreviver ao longo do tempo, pois com os sucessivos governos mudam os governantes e, em consequência, os dirigentes o que poderia pôr em risco a influência dos seus afilhados.
Aqui reside o sucesso de D. Corleone. O homem de várias caras.
Antes de mais o nosso padrinho teve a arte de se manter resguardado de lutas partidários não perguntando o partido daqueles que lhe pedem favores, nem aparentemente distinguir os seus afilhados em função das suas opções partidária. O nosso D. Camaleão, como um bom padrinho que se preza, é supostamente apartidário embora dê a cara por um partido, é um verdadeiro exemplo para a nossa moderna gestão pública.
O nosso D. Camaleão não conta apenas com posições sólidas ao nível dos dirigentes do partido onde empreita as suas notáveis obras públicas, cuida também de um viveiro de futuros dirigentes e é ver o ver-se-avias de candidatos que ele muda de umas listas para as outras. Quem não lhe é fiel, paga caro.
Quando um qualquer é substituído a probabilidade de ser substituído por outro afilhado é muito grande - pois D. Camaleão quer manter intocável a sua influência. É por isso que o seu poder se mantém e até se poderá ter reforçado ao longo de 20 anos.
Os únicos que o D. Camaleão não pode nomear são poucos, mas isso não é problema para o nosso padrinho. Mas se o D. Camaleão não pode nomear este ou aquele, pode derrubá-los, que é bem mais fácil. Quando o começam a incomodar, ou aos seus os afilhados, D. Camaleão activa-lhe logo a contagem decrescente.
Como consegue D. Camaleão isto tudo? Esse vai ser o tema do próximo episódio.
(Continua amanhã)

Questão: Quem é D. Camaleão?
Resposta nos próximos capítulos

* COMPADRES DO CONTRA D´OIS

23 abril 2006

* ROMANCE POLÍTICO: D. CAMALEÃO DE ÓIS DA RIBEIRA - PARTE II

Como foi dito no primeiro episódio, o D. Camaleão é pura ficção e as muitas coincidências que possam existir são isso mesmo, puras coincidências.
Ao retomar a história do D. Camaleão, vamos voltar um pouco atrás e traçar o seu perfil, explicar como se passa de figura desconhecida ao estatuto de padrinho. No caso do nossos D. Camaleão, a história começa há para aí vinte anos na figura de um jovem "assessor" todo-poderoso de um poderoso governante.
Nessa altura era conhecido só por Camaleão e era o braço direito do governante que nele queria delegar o imenso poder, o que lhe permitia já - a Camaleão - nomear ou influenciar algumas coisas. Isto é, ainda não era padrinho e já não lhe faltavam afilhados.
Embora conotado com o partido nunca lhe foram conhecidas grandes fidelidades partidárias, para isso contava com o apoio de um grupo de outros camaleões bem colocados no partido.
Ao fim de anos de trabalhar na governação o nosso Camaleão já tinha uma vasto número de afilhados, um verdadeiro viveiro de futuros dirigentes, dos quais haveriam de sair chefes de divisão, subdirectores-gerais, directores-gerais e mesmo directores-gerais.
Apoiantes incondicionais do Camaleão seriam o seu futuro exército particular.
A ideia era, a do nosso Camaleão, era que quando abandonasse os gabinetes do poder ter ás suas ordens uma vasta rede de afilhados disponíveis para fazerem todos os favores que lhe fosse solicitados. E que ele mandasse. Portanto, com o nosso Camaleão, a regra do “rei morto, rei posto« não se aplicaria, quando abandonasse as lides governamentais, pois facilmente encontraria gente disposta a pôr-se de joelhos ao seu virtual poder e interessada nos serviços dos seus afilhados. Ele queria mesmo ser o Padrinho".
Estava concluída a metamorfose do Camaleão em D. Camaleão!!! A vida é assim...
(continua amanhã)

22 abril 2006

OS COMPADRES DO CONTRA D´OIS

* ROMANCE POLÍTICO: DOM CAMALEÃO DE ÓIS DA RIBEIRA - PARTE I

Passado o festivo período da Páscoa, lembrei-me ficcionar um pouco, promovendo a ressurreição de Don Camaleão sob a forma de... Don Camaleão. Tratando-se de uma ficção, todas as personagens são fruto da imaginação e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Como o romance é longo, irá sendo apresentado sob a forma de episódios. Até quando calhar.
*
Don Camaleão mexe-se, ou faz por parecer que se mexe nos corredores do poder, e teceu as teias da sua virtual influência fabricando supostas cumplicidades - que faz passar como verdades. E não são, na maior parte das vezes. Ao longo do seu tempo de poder, soube sempre ter a arte de fazer crer que é pessoa de bem, influente e poderosa. É mentira.

Tem a singular esperteza de se insinuar próximo do poder e ter afinidades muito particulares com os holofotes da política. Como os políticos e muita gente faz, é capaz de vender a alma ao diabo, embora conviva com Cristo e os seus apóstolos de agora. A alma, tanto está à venda, como á troca, desde que convenha.
Don Camaleão preferiu perder o poder do dinheiro ao poder dos votos, embora saiba que é aquele que compra o segundo. É o dinheiro que compra e decide para quem são os votos.
O Don Camaleão é, por definição, o padrinho da família política e protege os interesses da família política, humilha-se aos padrinhos de outras famílias - embora faça crer o contrário.
Don Camaleão teceu o seu insinuado poder ao longo de anos, mas é invisível e ineficaz.
Faz crer mas não é verdade que nada se faça sem que ele saiba, que ninguém é nomeado sem que ele acene com a cabeça. Os governantes de Lisboa não o conhecem mas ele diz que são seus amigos e estão ao alcance do seu telelé.
Os primeiros-ministros ignoram a boçal figura, os ministros são demitidos, os secretários de estado vão caindo, os directores-gerais são derrubados, os presidentes de Câmara mudam, mudam os governadores civis, mas o Don Camaleão, o padrinho, limita-se a esperar que partam, ou a ajudá-los na partida. Para que ele continue no seu "poder" .
Ninguém acusa Don Camaleão e por isso ele continua a conspirar e a mentir.
(continua)

21 abril 2006

* MEMÓRIAS, MÁGOAS, TACHOS E COMPANHIA... EM ÓIS DA RIBEIRA

Lembrado de algumas coisas de uma vida que já é de anteontem, acorre-me à memória algumas coisas d´Ois da Ribeira. Memória através da qual me lembro de tachos e da palavra "celebração" que acompanha a perpetuação da memória das mágoas da humanidade.
Não me consigo habituar a frases como: "Celebra-se a passagem dos 500 anos sobre o massacre dos judeus em Lisboa". Ou então: "Celebram-se os 60 anos da Shoa". Ou ainda, num outro registo, "Celebram-se 250 anos do terramoto de Lisboa". Ou ainda outra: «O PSD, em Óis da Ribeira, está no poder desde 1988». Já agora mais esta: "A oposição em Óis da Ribeira deixou de existir, faleceu, liorizou-se, passou-se...».
Ensinaram-nos a contar histórias, contando a História. E assim ficamos a saber histórias muito curiosas, com personagens assaz interessantes. Que ficarão para a História. Histórias, cá por Óis da Ribeira, também há muitas: umas delas tem a ver com tachos. Não os de fazer a papinha boa e saborosa, bem codimentada. Mas aqueles que não indo ao lume da cozinha, cozinham alguns interesses mais ou menos preversos. Em Óis da Ribeira e, evidentemente, e em muitos lados. O que é uma dor. Uma mágoa. Uma tristeza.
CITAÇÃO: «Todas as mágoas são suportáveis quando fazemos delas uma história ou contamos uma história a seu respeito.» - Isak Dinesen.

20 abril 2006

* UM BLOGUE MUITO CATÓLICO... NA CRISTANDADE DE ÓIS DA RIBEIRA

O outro blogue da terra, o d´Ois Por Três, que parece que são já cinco ou seis, ou mais..., anda ultimamente muito católico, não sei se já repararam.
Ele é fotos do Padre Júlio, ele é fotos do Amentar das Almas, ele é fotos da Ladaínha, ele é fotos da Igreja, ele é fotos do domingo de ramos, ele é fotos do assalto à caixa de esmolas, ele é fotos da visita pascal...
Não sei se viram, mas o blogue sai cada vez mais à casa... Ou parece... Será que é?

* CONTRABANDO MUSICAL NA INTERNET E OS BURACOS DE ÓIS DA RIBEIRA

A Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) vai apresentar queixas-crime contra utilizadores da Internet que usem serviços ilegais de partilha de ficheiros de música. Raios partam esta porcaria!
Agora que temos um plano para arranjar dinheiro para tapar os buracos das ruas d´Óis da terra e terras vizinhas, com as massas a ganhar com este contrabando musical, logo nos querem lixar a vida, proibindo-nos de sacar filmes e músicas, e pior que tudo, ainda corremos o risco de pagar uma multa até 5000 €! O tanas, é o pagas!!!
E parece que o cerco vai apertar, uma vez "que a cópia ilegal de ficheiros é um crime público" ! Ora vejam lá...
Então, num país que se diz em crise, vender DVD's originais a 35€ e CD's a 20€ não é um crime público? E os bilhetes para o cinema a 5€ ? Tudo bem que se alegue a defesa dos artistas e das editoras... e quem é que defende o consumidor? Já existem páginas nas quais se podem efectuar downloads de músicas de forma legal por 1,5 euros.

Então e se o nosso computador avaria, quem nos devolve o dinheiro das ditas músicas que adquirimos legalmente?
E mais, se os downloads são ilegais, porque é que não fecham os servidores donde eles se efectuam, como fizeram com os servidores nacionais do eMule? É o mesmo que construirem as linhas para o TGV e depois proibirem as pessoas de andar de comboio..
Se até agora os preços dos DVD's e CD's originais não baixaram devido à "concorrência" dos downloads ilegais, agora a tendência ainda vai ser aumentar mais o preço!
Já nos estamos a ver na Worten a comprar o novo CD do James Blunt por 46,90 € (preço verde!) !

E os buracos das ruas?
O Estado, a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia não lhes faz downloads? Não os tapa, não acaba com eles, não os ilegaliza? Ora vão dar uma volta...

PS: Beijinhos á prima e, se beber, não conduza!

19 abril 2006

* LUTAR, LUTAR, PARA ISTO MELHORAR...

Lutar, lutar, batalhar... Todos os dias.
É preciso ir falando das coisas, do saneamento, dos buracos, dos contentores do lixo no principal largo da terra, no deixa-andar em que se sentou o poder instituído. Óis não pode ficar no meio da viagem. É preciso lutar. Todos os dias. Para isto melhorar.
Lutar todo o dia. Mas as coisas não mudam. Não querem que mudem. Não as deixam mudar- E tudo não muda. E nada muda, nem eu. Porém.
É preciso (re)tomar a luta, as lutas... Retomar e avançar, sem dúvidas... Pode ser que amanhã… que amanhã as coisas mudem. Mudem para melhor. Já vai sendo tempo.
Desistir? Isso é que nunca.
Os deuses, os ídolos pés de barro... todos eles, vão ter que me aturar. Sem eu desistir. Isto por cá não anda lá grande coisa, pois não? E pode melhorar, não pode?
Onde anda a oposição e onde está opoder dos grandes senhores d´Óis.
PS: Onde é já ouvimos falar destas coisas?

* POLÍTICA À PORTUGUESA... MAS QUE NÃO CHEGA AOS NOSSOS LADOS

Fernando Namora:
«Na cidade, todo o passo em frente encontrava uma barricada de caciques, interesses apadrinhados, grupinhos que faziam da política uma briga entre quadrilhas de trapaceiros. Convicções, sistemas - eram frioleiras para uso de ingénuos. Política era negócio, mando, vassalagem, favores como moeda de troca, aversão pelo homem livre ou pelo rival que fazia o mesmo jogo do outro lado da trincheira» .
in "Retalhos da Vida de um Médico - primeira série"

Pela minha parte, foi com alívio que soube que grande parte dos deputados faltou em quarta-feira santa aos trabalhos do plenário da AR. Pelo menos nessa véspera de fim-de-semana pascal, nós, os portugueses, corremos menos riscos. Pena é que a moda não pegue cá mais por perto.

18 abril 2006

* ATAQUE AMERICANO AO IRÃO NA DATA/HORA 01:02:03.04/05/06


Curiosidade
Quarta feira, dia 4 de Maio de 2006, aos 2 minutos e 3 segundos depois da 1:00 hora da manhã, o grupo data/hora desse momemto será assim:
01:02:03.04/05/06
*
Será neste momento que o doido do Bush americano das bombas atacará o maluco do Ahmadinejad do Irão?
Estes dois gajos nunca se deram bem e desde que os iranianos mandaram embora o Xá, que andam sempre às marradas. O Ahmadinejad quer ter a bomba atómica, mas o Bush não deixa e atacará o Irão. A Condorcet já consultou os astros e o momento do ataque americano será este: 01:02::03.04/o5/06. Porque se conjugam uma série de vantagens astrais e os iranianos, naquela hora, também estão com o coiso virado para o ar, a rezar ao Alá.
E perguntarão os espertalhotes dos americanos: mas como é que um tipo de Óis consegue descobrir isto e os nossos serviços secretos não viram patavina? Pois, eles são americanos mas não são de Óis da Ribeira!

* PSEUDO-DEMOCRACIA E EXPLORAÇÃO DOS TRABALHADORES PORTUGUESES

Há vários mitos que os políticos, os mesmos que assinam o livro de ponto e se põem a andar...) lançam e logo são absorvidos pelo povinho português.
O chauvinismo bacoco de muito desse povinho acaba mesmo por compreender os baixos salários que neste país se praticam, dizendo que ganhamos mais que países americanos, africanos, asiáticos ou europeus fora da União Europeia.
Não se lembram é que os impostos e os preços em Portugal não são americanos, africanos nem asiáticos, nem sequer da Europa periférica. Por isso, as únicas comparações válidas são as feitas com os países da União Europeia (UE). Obviamente. E aí ficamos sempre a perder.
Quanto a salários, temos o salário mínimo mais baixo da UE, o único abaixo dos 400 euros. Não tendo por onde pegar nisto dos salários, o governo fala em falta de produtividade, falta de vontade de trabalhar, em demasiados feriados e noutras palermices em que quase toda a gente acredita (estúpidos que nem uma porta!).
Primeiro, todos sabemos (ou devíamos saber) que muitas vezes a culpa da baixa produtividade é das próprias empresas, que nunca investiram na formação nem em condições adequadas para os trabalhadores. Em segundo lugar, temos de novo o problema dos baixos salários. Sabendo um trabalhador, por exemplo o António, que o seu primo Zé trabalha no Luxemburgo a fazer a mesma coisa e ganha quatro ou cinco vezes mais, é óbvio que não vai pensar na porcaria da produtividade, pois primeiro tem que pensar é em fazer o dinheiro esticar para alimentar os filhos. E que eu saiba, nunca o governo luxemburguês - nem qualquer outro governo do mundo - se queixou da baixa produtividade dos portugueses que, quando se vêem recompensados monetariamente, se esfolam a trabalhar.
Quanto ao outro mito já institucional: em Portugal trabalha-se pouco e há muitos feriados. Olhando para um estudo de 2003 sobre as condições de emprego na Europa, espanhol, que português desconfio sempre, vejo que Portugal é um dos países europeus com mais feriados, isso é verdade. Mas também vejo o resto. Porque é que quem invoca os feriados não diz também que em muitos países europeus os trabalhadores têm mais dias de férias? E que se trabalha menos horas por semana? Porque raio é que temos que andar toda a vida a ouvir governo e patrões a queixarem-se do excesso de feriados, culpando-os de todos os males?
Feitas as contas, vemos que (para não variar) é precisamente nos países do centro e norte da Europa que se trabalha menos horas. No entanto, é nesses países que se ganha mais e ninguém se queixa da baixa produtividade, nem sequer no Luxemburgo, onde quase 20% da população é portuguesa.
Se os políticos e empresários portugueses tivessem um pingo de vergonha na cara, não arranjavam desculpas em que o bode expiatório é sempre o mesmo: o trabalhador.
Se um governo só é capaz de endireitar a economia à custa da penalização dos trabalhadores, então Salazar foi o melhor governante que Portugal já teve, pois ninguém o fez tão bem como ele. E não sou eu quem quer Salazar de volta. São todos aqueles que aprovam as medidas de Sócrates, todas a penalizar quem trabalha. Isto, repito, já Salazar fazia, não foi nenhum governo pseudo-democrático que o inventou. E com vantagem: como não precisava de campanhas eleitorais para ser eleito, também não precisava de mentir. Ao contrário do camarada 1º. Ministro Sócrates.