29 agosto 2013

||| ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2013




O dia de hoje a um mês, 29 de Setembro de 2013, é o de eleições autárquicas, o que significa, quanto a Óis da Ribeira, que é o princípio do fim da sua independência administrativa e política, não sabendo o Contra se não será, também, mesmo a morte da sua identidade territorial.
Os caprichos dos imensos monos da vida pública e da governação local talvez ajudem a compreender o mau gosto e a irresponsabilidade leviana com que se brincou aos territórios, desrespeitando a história e se conduzindo à auto-mutilação de uma autonomia multi-secular, própria e honrada.
O Contra não sabe, e provavelmente nunca saberá, se tal magistério de incompetência aconteceu por incúria ou por maldade. Ou algum interesse menos claro.
Este final de Agosto acelera a contagem decrescente para as eleições autárquicas. Desconchavados pensamentos assolam as gentes ribeirenses, atropeladas que foram por mexidas políticas que surpreenderam.
De hoje a um mês, novos donos (donos estranhos...) gerirão o que Óis da Ribeira administra desde antes do princípio da nacionalidade. Cada terra tem os homens e as mulheres que merece!

27 agosto 2013

||| EXPLICAR O INEXPLICÁVEL... É TEMPO PERDIDO



Há questões que não podem ser decididas noutro sítio que não seja no próprio. Agora, há choradinhos e lágrimas porque Óis foi agregado a Travassô e Travassô faz questão de, sobranceiramente, fazer de conta quer Óis não passa de um território dependente, politica e administrativamente.
As duas freguesias cresceram e desenvolveram-se separadas e têm vida própria, nunca dependeram uma da outra. Óis até é uma vila, como se vê no seu brasão, com os seus nobres 4 castelos. Mas quis a governação vigente ignorar a história e os valores  herdados de séculos e, olimpicamente, lavou as mãos e a alma das suas obrigações e responsabilidades.
Agora, chorar é tempo perdido!
Agora, explicar o inexplicável é confissão de culpa!

25 agosto 2013

||| A TROCA DE CAMISOLAS...



O Contra, ontem à tarde, em má hora decidiu elogiar efusivamente a opinião de um ribeirense, que animadamente brincava sobre o processo eleitoral autárquico. Dizia ele que não havia melhor exemplo que Óis da Ribeira, onde, por via das dúvidas, dois marmanjos se aprontaram a continuar a governar, mesmo mudando de partido e de camisola.
Interrompeu o miúdo, filho do interlocutor e muito prolixo no palavreado, com palavrões à mistura, tratando de dizer que era ao mesmo tempo do PSD e do PS, porque o pai ia votar na lista dos laranjas e a mãe na dos socialistas.
Os pais estão divorciados, cada qual é do seu partido, ele usa a camisola adequada, conforme está com um ou outro, e, assim, ficavam os dois felizes. O Contra embatocou com a esperteza do miúdo.

22 agosto 2013

||| OS DIVORCIADOS DO PODER...

As listas de candidatos vieram a lume e sem os nomes que se anunciaram e muito menos os ferros-velhos que andaram e enferrujar a política local durante uma carrada de anos e sem fazerem coisa que fique para a história da terra, a não ser a patética e implausível mudança de partido, chumbada, afinal, para não haver misturas.
Uma coisa é registável, da parte do PSD - que de repente se via órfão dos seus «padrastos» e se manteve em família, ignorando os que deram à sola, à procura de tachos.
Registe-se também o facto de os dois elementos social-democratas do actual executivo se manterem fiéis ao partido (ao PSD) que os elegeu anos a fio: Manuel Duarte Marques de Almeida, actual secretario, é o nº. 4 da lista conjunta: Rui Jorge dos Reis Fernandes, actual tesoureiro, é o nº. 8.
Assim se dão lições aos foragidos, aos aviadores dos tachos, aos emigrantes da guita, aos amantes do poder, aos que que indefinidamente querem ser caciques - seja a que preço e qual for e de que cor seja.

20 agosto 2013

||| O PODER E O DINHEIRO...




Isto de ser político é uma maçada... E político local, então o Contra nem percebe, e até admira, como ainda há tanta gente disponível para servir as suas terras, mesmo que tenham de mudar de partido e perder a vergonha na cara. Os que ainda a têm.
Ele é só chatices: tempo perdido, inconvenientes de toda a ordem, prejuízo da vida profissional, pessoal e familiar, despesas, telefones, deslocações, sacrifícios, ralações, sei lá.
Mas vai-se a ver e esta malta é remunerada: um presidente de Junta de Freguesia pode continuar a exercer a sua actividade profissional e, pela maçada para que se voluntariou, a incómoda presidência da autarquia, recebe 274,69 euros por mês, ou 3 296,30 por ano. Ou 659 contos, na moeda antiga e por ano. 
O secretário e o tesoureiro embolsam 219,75 mensais, ou sejam 2 637,04 por ano. Ou 527 contos por ano.
Quer isto dizer que um presidente, em 10 anos, afinfa com 6590 contos. Ou o dobro, 13 180 contos, se por lá andar 20 anos a sacrificar-se. 
Percebe-se melhor porque é que há gente que, para continuar no poder, faz de tudo. Sabe bem o tacho!

19 agosto 2013

||| OS CANDIDATOS SALTA-POCINHAS...



A mania de haver um momento em que os eleitores são quem manda, devia acabar. Os poderes, dos senhores a governança, deveria perpetuar-se para que os senhores pudessem acabar a sua obra e albardar uns cobres. Esta chatice das eleições é terrível e um(a) candidato(a) até deixa de dormir bem, a pensar na vida.
Os senhores governadores deveriam governar até morrer, deveriam profissionalizar-se, sem quaisquer limitações de mandatos na mesma autarquia.

Um coisa destas só pode criar problemas, é a parte chata da democracia, quando os eleitores dirão aquilo que eles próprios entendem sobre o assunto.
Eventualmente, será por assim não ser que nasceram e apareceram o candidatos salta-pocinhas, aqueles que para se perpetuarem no poder mudam de camisola e até de cuecas, se for preciso. 

 

16 agosto 2013

||| PARA ONDE FORAM OS LIDERES RIBEIRENSES DO PS...

Nenhum dos três primeiros membros da Lista do PS de há 4 anos, candidatos à Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, está na lista de Travassóis, em 2013. A Carla Tavares, o Luís Neves e o Carlos Pereira, os tais ditos candidatos de 2009, desapareceram do mapa autárquico local.
Vá lá saber-se porquê!
Porque não concordaram com a agregação?
- Então, tiveram hipótese de votar contar ela, na Assembleia de Freguesia convocada para o efeito.
Porque não concordaram com a entrada de novos socialistas, os que afinal não entraram?
- Então, afinal não entraram.
Porque tal mandato tiveram, que outro não valia fazer?
- Não sabemos conjecturar. 
- Porque era necessário a renovação da lista?
- Não nos parece.
Seja como for, e pelo que terá sido, a verdade é que não fazem parte e, provavelmente, nunca saberemos as razões.
Mas teria sido bonito vê-los na mesma bancada do sô Pires e a votarem para o mesmo lado. Ou o sô Pires, de braço dado com os seus futuros ex-inimigos políticos, a erguer a mesma bandeira, como «braço armado» operacional do santos guru da política ribeirense. Eh, eh, eh...

13 agosto 2013

||| A LIMITAÇÃO DE MANDATOS NAS AUTARQUIAS LOCAIS


O Contra não acha correcta a lei que impede um eleito de ser candidato por mais de três vezes seguidas na mesma autarquia. Porque é que, por exemplo, um senhor deputado pode ser eleito indefinidamente? Porque são os deputados quem faz as leis?
A lei de limitação de mandatos autárquicos, para o Contra, nem deveria existir! A única limitação devia ser a comprovada falta de honestidade, transparência, verdade e competência dos eleitos.
A lei, porém, existe e com ela temos de coexistir. Infelizmente, coexistir com uma lei feita de forma suficientemente incompetente (??) para permitir interpretações divergentes. 
Vejam-se as decisões de hoje, anunciadas para várias Câmaras Municipais: a mesma lei que a uns permite, a outros impede.
O Contra acha que é uma vergonha para a política, para a justiça (e para a democracia) esta sucessão inevitável de decisões contraditórias dos tribunais. Seja por dar lugar a interpretações, ou porque os juízes fatalmente ficam sob a suspeição de tomarem decisões por simpatias partidárias. O que não os prestigia.
O Contra surpreende-se (se é possível a surpresa, em política) como ninguém se lembrou, na união de Travassóis, de cassar a candidatura de Mário Martins - candidato que, face à lei, não o poderá ser. Ou poderá, segundo outros juízes.
Imaginemos, agora - e porque a imaginação ainda não paga imposto - que, passadas as eleições, uma lista candidata perdedora as resolve impugnar, ao abrigo da mesmíssima lei e com as mesmas “limitações».
E dizem, depois, que os tribunais andam atafulhados de processos.

10 agosto 2013

||| AS NEGOCIATAS DA GOVERNAÇÃO DA UNIÃO...




O Contra soube das negociatas de bastidores que alguns candidatos, ao jeito de «é assim e assado, fazemos assim, um para ti, outro para mim», se aprestavam a dividir os cargo da governação da futura união.
Os putativos governadores do condado travassoisense já tinham, até, trocado lembranças, no dia do cicloturismo e mostraram-se de braço dado e boca aberta a sorrir - ou a desdenhar do povo que pensavam que os iam eleger - e continuaram a autorizar-se a decidir nas costas do povo. E, disseram, tudo com ilimitada transparência e feito aos olhos do sobredito povo.
O Contra sabe, como toda a gente sabe, que prometer transparência é coisa que qualquer político faz, como se isso fosse preciso. E não fosse uma obrigação. E fosse preciso prometer.
Prometer assim  está ao nível da promessa do “Candidato Vieira”, um boneco criado pelo putativo cantautor Manuel João Vieira, que também é artista plástico, músico, humorista... e o que for preciso, quando se anunciou candidato a Presidente da República e prometeu um Ferrari para cada português.
O Contra, porém, acha que Manuel João Vieira tem mais piada... e, além de tudo isso, a vantagem de também prometer que a primeira medida que tomaria, caso fosse eleito... será pedir a demissão.
Ora aí está uma boa piada, para uma boa solução.

07 agosto 2013

||| BARBEIROS, POLÍTICOS E TAXISTAS...


Os barbeiros, os políticos e os taxistas têm em comum o hábito de fazer conversa fiada e de falar por eles e por todos.
Os taxistas, porventura maçados dos seus pesados turnos, são muitas vezes desastrados e virulentos, aproveitando os encontros fortuitos com os fregueses para aliviar as tensões. Os barbeiros, abrem as orelhas de pavilhão a pavilhão e, curiosamente, estão sempre do lado da opinião do freguês.
O político, nomeadamente o autárquico, tem prosa redonda e calculada, e muda de clube conforme a vontade  do freguês, normalmente de 4 em 4 anos.

05 agosto 2013

||| A BURRICE DA POLÍTICA FEITA PARA GANHAR DINHEIRO...



Portugal sofre de dose suplementar de austeridade, que é brutal, mas continuam a disputar-se os dinheiros fáceis, ganhos por uma classe de políticos de baixa escala e que principalmente querem é tacho e as prebendas que dele advém.
Compreende-se melhor, por isso, a rapaziada que faz pecado mortal à sua divina crença partidária e se agarra, com as mãos e os pés e menos com a cabeça, a outras fés partidárias: o que interessa é o tacho e o cheque e que vá pró diabo o respeito pelo partido por que se deu a cara anos atrás de anos.
Estes senhores querem não só o governo, mas governar-se à conta da boa fé de quem neles acredita, ou acreditou. 
Estes senhores, pensando que os outros são parvos e agindo como tal, começam por inventar esqueletos no armário, para se justificarem do ridículo e da falta de ética, não hesitando, se necessário, a recorrerem à mentira manhosa e maldosa para arregimentarem desculpas e explicações.
Estes senhores, até por uma questão de auto-respeito, deveriam ter o cuidado de não inventar explicações para o que está explicado: mudaram, ponto final. Arregimentar fracas desculpas é prova de burrice.

03 agosto 2013

||| AS DINASTIAS E OS DIVÓRCIOS DA POLÍTICA AUTÁRQUICA



Há a ideia, em Portugal, de que as autárquicas são um mundo de gente exemplarmente dedicada à causa pública, empenhada no bem comum, que se sacrifica - e à família, e à profissão, ao lazer e à carteira... - para servir os seus concidadãos. E esquece-se que, em muitas terras, significa incompetência, populismo, jogos sujos e, caciquismo do mais banal e boçal. 
O Contra não dá novidade alguma, dizendo que a política autárquica se tornou monárquica, sendo-se eleito porque, principalmente, se está próximo dos eleitos e dos pequenos poderes e caciques. Estar próximo de uma dessas personalidades é (foi) sinal de carreira fácil na política local. É tudo em família, de compadres e comadres.
Estar próximo destes pequenos caciques é praticamente certo de continuar na dinastia. A vontade do povo pouco conta para a nobreza instalada. O fundamental são os laços familiares, os interesses do clã, a notoriedade resultante dos favores passados e das intrigas de todos os presentes. 
Uma boa parte das candidaturas autárquicas não é outra coisa que continuar dinastias, o que torna muito difícil votar nas autárquicas de acordo com convicções, com princípios ou com projectos. Vota-se no eleito ou no sucessor. Os partidos são incapazes de inverter esta tendência, de combater estes compadrios e os jogos sujos que empestam o poder autárquico. Quando há algum divórcio, e há alguns, troca-se de partido. Quando se zangam as comadres há políticos que se tornam compadres dos inimigos de ontem. 

30 julho 2013

||| MUDAR DE POLÍTICA COMO GENTE GRANDE...



A enormíssima falta de vergonha com que muitos políticos passeiam o focinho pela república, não é mais que uma evidência viva do país miserável e de oportunismo em que estamos. 
Os chamados políticos tartamudeiam banalidades, bocejam promessas de mau pagador e não fazem outra coisa que não seja desfilar em procissões de engajamento de lugares - mudando de palavra e de partido com quem troca as meias suadas do dia.
Assim lhes cheire a eleições e a poder!
Os políticos coligam partidos e agora também “coligam” freguesias, como quem muda de  camisola, de uma cor para outra e de um dia para o seguinte. 
Uns, poderão demorar mais tempo a mudar, demorar até alguns anos ou decénios, mas mudam. 
Ora, se tantos o fazem porque não poderão fazê-lo outros (os mais pequenos da política) e ter os mesmos direitos ao exercício de falta de ética? Por que diacho haveria a sociedade política rural não poder entrar nestas equações partidárias, em vésperas de eleições?
A mudança é um direito de todos. Muda-se de carro, de amante, de mulher e até de partido político, desde que seja esse o interesse pessoal.  Só não se muda é de clube de futebol.

28 julho 2013

||| MUDAM AS MOSCAS DE PARTIDO...





O Contra esteve algum tempo  auto-afastado, por um variado grupo de razões que não vem ao caso, mas, aos dias de hoje e depois de animada e inesperada conversa na aldeia, não resistiu a um comentário sobre o mudar de moscas que assentou na praça política ribeirense. 
Nomeadamente, falamos da surpreendente e espalhafatosa  passagem de conhecidas eminências laranjas da política local, para os ares eleitorais cor de rosa e socialista da União de Freguesias - união que eles mesmos aprovaram, embora contra a expressa vontade do povo de Óis da Ribeira. 
Lembram-se?
Espantoso!
Percebe-se agora porque o fizeram e porque agora abandonam o seu partido de sempre e se passaram, se transferiram e se alocaram nas listas do adversário político de dezenas e dezenas de anos. Coisa inimaginável!
O Contra, para ser franco, até aprecia umas boas cambalhotas, mas não cambalhotas de todo o tipo e feitio. E não resiste à tentação de imaginar estes políticos num “reality show” qualquer, que bem poderia chamar-se, sei lá... “Querida, mudei de partido!”.
Por agora, imaginemos a indignação que irá na alma dos ribeirenses que votaram e acreditaram nesta gente, ante o imprevisto voo político de semelhamtes personagens e para a forma recorrente como a ambição pelo poder não tem fronteiras, nem limites, nem cores partidárias.

17 maio 2013

||| DERRUBAR O GOVERNO PARA NOVA GOVERNAÇÃO


Quando Jorge Sampaio derrubou o governo de Santana Lopes, invocou que estava em perigo a democracia. Nunca se percebeu bem porquê, pois liderava um governo legítimo, eleito pelos portugueses e com toda a justificação constitucional. Na verdade, goste-se ou não se goste de Santana Lopes, não havia ponta de inconstitucionalidade no seu governo.
O Presidente da República não pensou assim e não agiu como tal, antes ditadorialmente: dissolveu o Parlamento, convocou eleições e o resultado deu no que deu, numa maioria absoluta para o PS e José Sócrates.
A esquerda, pelos vistos, quer repetir a história e, diante de um governo legitimamente eleito e com suporte parlamentar, o PS, quiçá recordando-se do paio que Sampaio lhe pôs na sandes, proclama a crise no regime e o perigo em que incorre a democracia, para pedir eleições antecipadas - coisa para que o actual PR não parece muito inclinado. Sem pudor e sem vergonhosa, a esquerda quer voltar ao poder através de mais um golpe palaciano, aposta tudo na desgraça do adversário para alcançar o poder de mão beijada. E, convém dizer, o Contra está longe de defender este governo que a democracia nos deu.
 A esquerda - o PS e os camaradas do PCP e do Bloco - gostam de apregoar a democracia e os socialistas até se fazem seus padroeiros. Ora, como se vê, a democracia é que tem sido padroeira da esquerda, protegida pela Constituição que invoca conforme melhor lhe dá jeito. São todos uns democratas do catano.


13 maio 2013

||| A PRAGA DOS SALÁRIOS EM ATRASO




A gente lê e nem acredita:  O inspector-geral do Trabalho  defende - e muito bem - a criminalização dos salários em atraso. E sabem o que diz o patrão da  Confederação do Comércio Português? Que não pode ser, porque isso "só serviria para acelerar o encerramento de empresas".
Isto é, o tal patrão acha que as empresas podem continuar a trabalhar sem pagar ordenados.
O Contra não entende bem (ou entende?), mas, afinal,... o que faz  aberta uma empresa que não paga os salários aos seus trabalhadores? 
Pode sobreviver?
E paga aos fornecedores?
E os impostos? 
Estes, pagará, pois não pagar impostos já é crime. Não é crime é não pagar aos trabalhadores. 
O trabalhador aguenta-se bem, não tem que pôr pão na mesa para a família e pagar os seus impostos, os estudos dos filhos, as despesas com a saúde e a habitação, essas mixuriquices todas. E muito menos receber a justa paga do seu trabalho.
Ele há cada um..
 

11 maio 2013

||| OS PASSOS DA GOVERNAÇÃO...




A governação é o que é e os portugueses continuam sujeitos a sucessivas rondas de porrada. Primeiro, foram os funcionários públicos, porque, na ideia de Gaspar e Passos, são eles os principais culpados de todos os males. Os políticos não tem culpa nenhuma do que se passa.
Os pensionistas são os novos culpados, porque, supostamente, são outro tanto culpados, nada produzem e nunca descontaram para os cofres do Estado e da Caixa Geral de Aposentações. Por isso, o camarada Gaspar quer financiar o ajustamento à sua custa (à dos funcionários públicos e dos reformados e pensionsistas).
O Estado, esse maldito, tem a faca e o queijo na mão: pode despedir sem pagar subsídio de desemprego e mandar para casa os seus funcionários sem qualquer indemnização, coisa que o mesmo Estado não autoriza, por lei, no sector privado, apesar, de por razão do neo-liberalismo vigente, penaliza a competitividade das empresas. 
É este o estado do Estado e da governação que temos.


09 maio 2013

||| AS ABDICAÇÕES DO SINDICALISTA CARLOS SILVA DA UGT...





A UGT mudou de presidente mas, como diria o ditado, não mudou de moleiro. O sr. Carlos Silva não fala menos que o antecessor (até fala mais) e perde-se no seu próprio  “emaranhado” de versões sobre o que ele próprio diz. Por exemplo, a propósito das declarações de Pedro Passos Coelho, sobre a possibilidade de o governo “abdicar” da nova taxa sobre as pensões.
A palavra “abdicar”, em primeiro lugar, não me parece bem aplicada e, no caso, soa até algo estranha. Na verdade, se um assaltante desistir (ou for impedido) de roubar a carteira a uma velhota indefesa, ou de tal for impedido, poder-se-á concluir que o ladrão abdicou da carteira?
A palavra, na boca de Carlos Silva, parece ainda mais deslocada, já que, como o ele próprio disse, Passos Coelho não está disposto a “abdicar” do roubo das pensões “coisíssima nenhuma” (como diria Vítor Gaspar). Ora. ao dizer isto, feiro papagaio falante, mais não faz Carlos Silva que ter perdido uma ocasião excelente para apresentar uma medida “alternativa”  este estado de coisas. Por exemplo, exigir a demissão deste governo - nunca abdicar dessa  exigência. A palavra abdicar nunca fica bem na boca de um dirigente sindical.

07 maio 2013

||| AS MUTÁVEIS OPINIÕES DOS COMENTADORES POLITICOS



O inefável Marques Mendes proclamou esta noite, na SICN, ser um grande fã de Passos Coelho, o seu 1º. Ministro, do seu partido e de Portugal. Disse tal baboseirada a propósito do que considerou ser  «o enorme sucesso» da emissão de dívida a 10 anos, a 6 e não sei quantos por cento.
O Contra tem ouvido, do mesmo MM, indisfarçáveis críticas a Passos Coelho. Toda a gente ouviu. Agora, surpreendentemente,  não lhe poupa elogios e destaca a sua coragem. Ele e outros comentadores.
Somos um país estranho, de estranhos governantes e estranhos comentadores políticos.
Quando o Governo mete água os pés pelas mãos, são os primeiros a criticar, com opiniões e ataques dos mais ferozes, às vezes até insolentes e mal-educados. Mas, quando surge novas de bons resultados, tal como hoje aconteceu, são lestos a virar o bico ao prego e a esquecer tudo o que criticaram, claramente pondo-se em bicos de pés para ficarem perto da governação.
É desta matéria que é feita a política portuguesa. A governação tem mais militantes que os que supomos.

03 maio 2013

||| A GRÂNDOLA E A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


Os trabalhos da Assembleia da República foram ontem momentaneamente interrompidos pela “Grândola”, cantada por aposentados, pensionistas e reformados da APRE, em sinal de protsto. Nenhum português normal, não político, deixará de ser solidário com estes espoliados que, como milhões de portugueses, lutam com dificuldades.
Inusitada foi a inclassificável desfaçatez da Presidente da Assembleia, que teve a distinta lata de criticar os manifestantes dizendo que o seu cantar «não ajuda à democracia o que os senhores estão a fazer».
O Contra, modestamente, pensava que o que não “ajuda a democracia”, entre tantas outras coisas conhecidas, é o facto de a descaradona doutora Assunção Esteves, como «recompensa» por uns escassos anos de trabalho, estar reformada desde os 42 anos de idade, recebendo milhares de euros mensais. Uma reforma tão choruda, que a fez prescindir do ordenado de Presidente da Assembleia da República! 
O Contra acha, senhora presidente da Assembleia da República, que o que não “ajuda a democracia” é que, aposentada desde tão “tenra” idade, não vá ter uma palavra de incómodo, quando presidir à votação do aumento da idade da reforma para os 66 anos para milhares e milhares de portugueses, há momentos anunciada pelo presidente do seu partido, Passos Coelho - por acaso 1º. ministro deste país de roubalheira e falta de vergonha.

01 maio 2013

DIA DO TRABALHADOR, O CARAÇAS...



Hoje foi dia do trabalhador, o 1º. de Maio, e, tanto quanto sabe o Contra, foi a primeira vez que, na história da democracia portuguesa, um primeiro-ministro foi o protagonista principal.

O Contra supunha que qualquer TV que se prezasse daria hoje atenção particular aos movimentos sindicais no 1.º de Maio, «desprezando» o governo que espezinha os trabalhadores, roubando-lhe o pão e o emprego.
Pois não. O que se viu foi o 1º. Ministro presenteiro e dramático, a dar a entender os próximos cortes dos vencimentos e o despedimento de funcionários públicos.
O Contra não é desse tempo, mas pelo que sabe nem Salazar ou Marcelo Caetano se atreveram a tal, nos seus 48 anos de governo e apesar de o regime de dizer corporativista. A encenação dos TSD, uma organização que serve para os militantes do PSD se instalarem na máquina do Estado não passou de mais um passo nesta caminhada de destruição dos trabalhadores em que o governo parece estar empenhado, servindo interesses estrangeiros e não os nossos.

DIA DO TRABALHADOR, O CARAÇAS...





Hoje foi dia do trabalhador, o 1º. de Maio, e, tanto quanto sabe o Contra, foi a primeira vez que, na história da democracia portuguesa, um primeiro-ministro foi o protagonista principal.
O Contra supunha que qualquer TV que se prezasse daria hoje atenção particular aos movimentos sindicais no 1.º de Maio, «desprezando» o governo que espezinha os trabalhadores, roubando-lhe o pão e o emprego.
Pois não. O que se viu foi o 1º. Ministro presenteiro e dramático, a dar a entender os próximos cortes dos vencimentos e o despedimento de funcionários públicos.
O Contra não é desse tempo, mas pelo que sabe nem Salazar ou Marcelo Caetano se atreveram a tal, nos seus 48 anos de governo e apesar de o regime de dizer corporativista. A encenação dos TSD, uma organização que serve para os militantes do PSD se instalarem na máquina do Estado não passou de mais um passo nesta caminhada de destruição dos trabalhadores em que o governo parece estar empenhado, servindo interesses estrangeiros e não os nossos.

29 abril 2013

||| O PRIMEIRO MINISTRO E AS COESÕES QUE TEMOS...


O nosso 1º. ministro está longe, mas mesmo muito longe, de ter a classe que se exigia a um  governante, nestes tempos trágicos que a nação atravessa. Mas não é e não tem. É mesmo bem capaz de ser o pior que o Contra conheceu e nem estou a esquecer o inefável Sócrates e todos os males que trouxe ao nosso mundo.
Passos Coelho será dos piores, dizemos nós, e garantidamente é o que tem mais mais veia humorística. na verdade, só mesmo alguém muito bem humorado, ou manifestamente irresponsável, se lembraria de dizer que este governo «trabalha com grande coesão».
Não sabe o Contra porquê mas lembrou-se de outras coesões e outras governações, como foram as que nos levaram ao descalabro em que estamos.

26 abril 2013

||| AS QUEIXAS DOS MENINOS DO PS QUE QUEREM SER GOVERNADORES


O Contra não entende bem o alarido socialista sobre o discurso de Cavaco Silva, no 25 de Abril. Até parece que foi a primeira vez que, em vez de discursar como Presidente da República, alguém discursou como presidente de um partido. O camarada Mário Soares era especialista em tal coisa, lembram-se? E bem atazanou a cabeça ao 1º. ministro Cavaco, esse mesmo que agora acusam de prática idêntica.
Há bem menos tempo, outro PR socialista não se ficou por menos e demitiu um governo (o de Santana Lopes) que tinha maioria parlamentar, coisa nunca vista em nenhuma parte do mundo e em tempo algum. Foi essa parcialíssima decisão que acabou por levar Sócrates ao governo.
Os socialistas, agora, coitadinhos, queixam-se de Cavaco. Mas Cavaco, ao pé de Soares e Sampaio é um verdadeiro menino de coro.  Queixam-se mas têm memória curta. O que querem é o poder e, para isso, vale tudo.

25 abril 2013

||| AS FRALDAS DA GOVERNAÇÃO...



Basicamente, não temos governação que se cheire. Ou melhor: a governação é o que é. Basicamente. a oposição é chata, não faz nem diz coisa de jeito e quanto a propostas alternativas, viu-se. Fala-se em eleições e metem todos os rabinho entre as pernas e tem de aparecer gente de mais coragem na governação.
É aqui que nasce o incómodo à oposição: se não quer governar, porque anda a mandar bocas?
A governação, como todos sabemos, só sabe arranjar problemas por todo o lado. E continua sôfrega por dinheiro, para não ter de começar a pegar nas coisas pela cernelha, a despedir trabalhadores e a meter contribuintes no tribunal. Sim, porque cobrar em géneros é coisa que não dá coisa, graveto, arame, grana...  
A crise diz que é gravíssima e não parece que a governação tenha pedalada para as enormíssimas responsabilidades que tem para resolver.
Basicamente, a governação tem um filho no colo, um filho que não fez mas a que tem de dar de comer, vestir e calçar, a quem tem de mudar a fralda e levar à escola, ferver o leite e pagar os ténis novos, o telemóvel e o  ipade da última geração.
Basicamente, a governação não sabe como sair da alhada em que está metida, mas quer governar.

22 abril 2013

||| GOVERNAR OU IR À BRUXA!



Já todos ouvimos aquela velha máxima: em política, o que parece, é». Acrescentaria o Contra que parece, sobretudo, quando se deixa que continue a parecer. Outros, acreditam que, em política, o tempo cura e que esquece, mas também se enganam. O que torna tudo ambíguo.
Em política, essa ambiguidade não leva a lado nenhum, pois rapidamente se esgota a paciência, principalmente de quem governa.
Alguma governação, na verdade, pensa que governar é como manejar uma caixa de velocidades, com apenas três mudanças: a de andar para trás, a de parar e a de andar para a frente. Começou por parar, para ver em que modas paravam as ditas, já começaram a andar para trás e esperam, um dia próximo, começar a andar para a frente, correndo, porem, o sério risco de dar cabo dos carretos.
Enquanto isso, e o austero governador aprende a lidar com as papeladas, já se vão conhecendo bagos de arroz perdidos na barca da legislatura e não admira que, de remodelação em remodelação, nunca mais se acabe com a austeridade. Nem santos lhe valerão, para assegurara a fiabilidade governamental. O melhor é ir à bruxa.

19 abril 2013

||| OS POLÍTICOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS POSTOS NA RUA...



Portugal vai no que vai e os portugueses estão como estão. Pouco há a fazer. Não há romance,  novela ou filme que mostre o Portugal verdadeiro. Não há canção, mesmo de intervenção, que o cante como é e faça entender a experiência por que passa. Portugal está nàs mãos da incompetência, da ignorância e da leviandade, que não é de agora e vem de muito de trás. 
O vexame é grande e a pobreza aumenta, sem que alguém a estanque, porque não há políticos desta geração capazes de o fazer. São uma medíocres, que andam a  mamar na teta do Estado e não se cansam de nos enganar.
Mais de 12 000 professores vão para a rua. Seguir-se-ão outros funcionários públicos. Os políticos, esses continuarão a vociferar na Assembleia da República e a perorar sobre a sua inabilidade, sem se renderem à sua impotência. Prestaria um serviço ao país e aos portugueses.

18 abril 2013

||| O INEFÁVEL ÁLVARO DAS MODERNAS ECONOMIAS...





O Contra encontrou, na habitual consulta digital, várias pérolas que ilustram a caída no cadafalso para que caminha este país. Uma delas, dando conta que o «Governo quer “redesenhar” contribuições a pagar pelos beneficiários de subsídios»
subsídios a “redesenhar”, entendamo-nos, não quer dizer outra  coisa que cortar... as cada vez menos regalias dos trabalhadores, nos subsídios de doença e de desemprego e por aí fora. E esta intenção de “redesenhar” é para  piorar, sem dúvidas,  a já tão difícil situação de desempregados e doentes. os mais pobres e os de pior quinhão da sociedade.
Outra pérola é «Álvaro Santos Pereira dizer que Portugal está no “pós-crise” - o que me parece ainda mais caricato. 
O desemprego está nos níveis que se conhecem, os cortes nos deveres sociais do Estado estão cada vez mais generalizados e as falências ultrapassam largamente o número de novas empresas. Sabe-se isto e o inefável ministro da Economia aproveita a inauguração de um empreendimento multimilionário, destinado exclusivamente a multimilionários, para fazer esta insólita declaração. Como é possível, ó Álvaro?

14 abril 2013

||| O QUE DIZ SOARES...



Uma pessoa vai ali e vem e dá-se com espantosas declarações de Mário Soares, relacionando a actual situação política com o regicídio: por muito menos mataram D. Carlos, disse ele, fazendo pontaria para o Governo de Passos Coelho.
Já se sabe que Mário Soares não gosta do PSD e muito menos de um PSD no Governo, com o CDS ou com o seu PS. Mas afirmar isto, meu Deus, se não é tolice é uma evidente manifestação de insurreção, um convite a um assassínio ou, então, uma debilidade debilidade cognitiva. 
A afirmação de Mário Soares é alarmante e surpreendente. Já se esqueceu dos seus tempos de 1º. Ministro e dos FMI´s que para cá trouxe, do que dele se disse como governante e dos sustos que os gorilas segurança não lhe evitaram na rua.
A afirmação de Mário Soares é exemplo do universal catastrofismo que as querelas políticas fomentam, especialmente em tempos de crise. Soares esqueceu-se disso, dos seus tempos de governante e do que bem recentemente disseram do seu camarada e afilhado Sócrates, comparando-o a Hitler.
Com,o diria o rei de Espanha, «porque não te calas?!»

11 abril 2013

|||| ELE HÁ-DE VOLTAR, DEPOIS DE ESTUDAR...



Ao Contra, contaram que o homem foi estudar, tal como o tal outro, quando deixou a governação. Foi estudar e quem fica que se governe. Ele, ele há-de voltar. Entretanto, perdeu o país a governamental figura e muitos de nós deixámos de ter um bo(m)bo p ´rá festa.
O 1º. governador, por isso mesmo e por outras coisas, anda nervoso e mais nervosos e ansiosos todos quantos andam à sua volta. Os técnicos de informática que cirandam ao seu nariz, já andam atarefados para inventar o próximo power-point, para explicar o que, afinal, não é perigo sistémico nenhum, mas antes e apenas uma questão da azia. Tão só.  
O Contra gosta de apreciar a espiral de diversão que se respira na governação e cujos efeitos colaterais abafarão as más vontades que se desenham na frente do nariz de surpresas. Afinal, há ou não há uma espiral recessiva? Que passos deverão ser dados?
O Contra, de sua parte, acha que  enquanto a espiral vai e vem, folgam-se as costas, que é o que mais interessa! 

09 abril 2013

||| ASSIM VAI A GOVERNAÇÃO, DESPEDIR É A SOLUÇÃO...


A governação fechou-se a 7 chaves, prevenindo-se dos aguaceiros e das trovoadas, não vá o diabo tecê-las e o sr. 1º. ministro e os ajudantes serem apanhados sem guarda-chuva e apanharem alguma pneumonia. Numa altura destas, não vinha mesmo nada a calhar.
O nosso 1º. anda a apalpar terreno e a fechar e a abrir portas, cuidando que nenhuma lhe bata no sítio que todos sabem. O 1º. adjunto, com a tutela do desporto, anda a pôr azimutes e não sabe bem que norte tem a bússola, pois só o incomodam com chatices e o poder dele é muito limitado. Os outros ministros, apalpam terreno e escutam o 1º. com o respeito de gente bem educada, enquanto ele tartamudeia e resmunga. É há muitas botas a não baterem com as perdigotas.
A solução é reduzir os encargos e despedir pessoal, começando pelos menos amigos e continuando nos não filiados no partido.
A moção de censura cresce e anafada-se e já se benzem os mais puritanos, por causa do porque é que nos metemos nisso. Vai assim a governação...

07 abril 2013

||| O PAÍS DE PASSOS COELHO E COMPANHIA...




O camarada Passos acaba de dar aos bofes na TV, depois daquela sarilhada em que o Tribunal o meteu - e aos portugueses todos, pois somos nós quem, como sempre, vai paga a factura.

Trréu-teu-té..., blá-blá-blá, o que o nosso 1º. veio dizer é que vamos ter menos Estado nas escolas, na acção social e nos hospitais na saúde. Um destes dias, vai-se querer ir ao médico e não se poder, porque falta o carcanhol e os hospitais e os centros de saúde também não tem lá gente que chegue e, se tiver, tem de ser bem pagas.
O país está teso e falido e isso já todos sabíamos. Mas ainda andamos embalados e anestesiados com os parlapiés dos políticos, esses cães danados que comem tudo e não nos deixam nada.
O que Passos Coelho veio dizer é aquilo que ele sabe há muito, mas que o engana a ele mesmo.
E já viram as oposições? Ui, meus Deus: Mudam a farinha mas não mudam de moleiro. Mudam as moscas.

05 abril 2013

||| O PAÍS ESTÁ F... ALIDO!



O país esteve suspenso dos senhores do Tribunal Constitucional. Os telejornais estiveram suspensos do Tribunal Constitucional. Os noticiários estão quase na hora do fim e nada de se saber coisas do Tribunal Contitucional. Ufff!!!... E ainda vamos ter de ouvir aqueles senhores todos, os comentaristas. Os que sabem tudo e de tudo e que deveriam, eles sim, estar na governação.
A moção de censura já passou mas não chegam as senhoras e os senhores constitucionalistas. Nem o pai chegam nem a gente almoça!!!
As senhoras e os senhores das togas constitucionais, finalmente, aparecem e formam frente às câmaras de televisão, como se fosse uma equipa de futebol. Marcam 4 penáltis e  a governação perde o jogo. Isto é, perdemos nós, os contribuintes, os portugueses que nada têm a ver com a incompetência de quem nos tem governado, mas que têm de  pagar as favas ao dono.
O Passos vai ter de inventar outra forma para nos sacar 1 224 milhões de euros.
Isto é, Portugal está f.... alido!
Estamos frente ao precipício, para dar um passo em frente!