com festa da rija -segundo lemos na imprensa nacional.
Parabéns para todos, pois Óis da Ribeira bem merece!
ESTAR CONTRA O D´OIS, O TRÊS OU O QUATRO, CONTRA OS QUE ESTÃO CONTRA E A FAVOR, CONTRA TUDO E TODOS E O QUE CALHAR, DESDE QUE NÃO NOS BATAM... * contradois@hotmail.com
Está a anunciada festa grande para Óis da Ribeira, no dia 24 de Janeiro, já sábado, com as inaugurações da sede da Junta de Freguesia e do Centro Social da Arcor - como se vê no cartaz. Como ribeirense, não posso deixar de me sentir feliz por estar concretizada uma obra de grande interesse para a freguesia. Aliás, duas obras. Nós, os d´Óis, somos mesmo bons!
Bastaram umas chuvadas e algum vento para que as situações de desespero ocorressem um pouco por todo o país. Habitações inundadas, restaurantes destruídos, vias públicas bloqueadas, pequenos negócios destruídos, são o resultado de umas chuvadas, nada que se tenha assemelhado a um verdadeiro temporal e muito aquém daquilo que poderia dar lugar a cheias.É um sinal claro de que as entidades públicas e em particular as autarquias apostam mais nas inaugurações do que na manutenção do que existe. 




«Na cidade, todo o passo em frente encontrava uma barricada de caciques, interesses apadrinhados, grupinhos que faziam da política uma briga entre quadrilhas de trapaceiros. Convicções, sistemas - eram frioleiras para uso de ingénuos. Política era negócio, mando, vassalagem, favores como moeda de troca, aversão pelo homem livre ou pelo rival que fazia o mesmo jogo do outro lado da trincheira» .
Estes dias de muito frio e retiro em casa, deram-me para pensar nas vantagens de se ser optimista! E pessimista! Não cheguei a grande conclusão.Cairei mesmo mo habitual lugar comum se disser que no meio termo é que está a virtude. Ser-se precavido, mas sem demasiadas arreatas. Libertarmo-nos das cangas que nos limitam, mas sem cortar as amarras à nossa matriz. Isto é, um equilíbrio com uma dose de loucura salutar. Não é fácil... eu sei! Mss vale a pena tentar!Eu sinto-me mais leve!!!



Os ribeirenses, assim como a generalidade dos portugueses, dividem-se em dois géneros básicos: os enrascados e os desenrascados. Os primeiros dependem dos segundos, e os segundos dependem dos primeiros. 

Tive hoje conmhecimento de uma coisa bem desagradável, passada em em Óis. Substancialmente desagardável. É conveniente dizer, que o quecomento não tem a ver com questões pessoais. Nada disso!! 
O ano 2008 acabou e aqui temos o de 2009, a entrar de mansinho para se não dar por ele e trazendo amEaças de mauS tempoS e algumas coisas boas para alguns (falamos da inauguração do centro social) e más (a tal crise recessiva...) e ainda mais outras coisas boas (tão poucas que nem me lembro quais são!!!