
No caso particular de Óis da Ribeira, felizmente, para além de algum susto que apanhem os moradores da rua do Viveiro, com a água da cheia a morder-lhes os calcanhares na soleira da porta, não há novdade de qualquer acidente - dizem-me só que os ramos de algumas árvores foram partidos, que uma motorizada estacionada na rua «voou» uns metros arrastada e que umas poucas telhas andaram voar. Melhor sorte tiveram os cantoneiros de serviço, por consequência do mau tempo, já que as enxuradas limparam as valetas e já não terão de dobrar a coluna para rapar o lixo e as ervas criadas de meses.
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