
O documento vai permitir que o portador seja identificado de duas formas diferentes. Por um lado, identifica visualmente o cidadão; por outro, a forma digital de que será revestido vai permitir ao cidadão «identificar-se e autenticar-se electronicamente nos actos em que intervenha». É que o problema é mesmo este... Muita informação.
A PIDE está aí, mais sofisticada do que nunca e com a complacência dos cidadãos... Quem vai fiscalizar as bases de dados e quem vai controlar tanta gentinha que pode ter acesso aos nossos dados? Mais, e que outros dados poderão ser colocados ou cruzados naquele cartão? A Globalização está aí da sua forma mais perversa! Porque não discutem isto os senhores prós e contras, Marcelos, Vitorinos e outros artistas que nos andam a entreter a bola?!!!
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